31.12.03





Queridos: fiz essa foto hoje, na praia da Urca, às três da manhã, ouvindo os cantos para os Orixás, contemplando as oferendas para Iemanjá, molhando os pés na água e bebendo Sidra com a gente legal e cheia de energia positiva que lá estava.

Vocês sabem: yo no creo en brujas, pero que las hay las hay.

Também do bem.

Desejei para todos nós um Ano Novo de paz, saúde, amor e prosperidade -- resumidas, essas coisas todas, na palavra FELICIDADE. Afinal, ninguém consegue ser plenamente feliz se lhe falta algo...

Pois então, que nada nos falte em 2004, e que possamos, ao raiar de 2005, dizer que sim, que fomos muito felizes no ano que passou.

Muitos beijos, carinho e tudo de bom!

30.12.03





"Quando eu relembro a minha infância, os invernos parecem ter sido sempre muito duros, com uma neve densa cobrindo tudo e batendo pela minha cintura. Mas talvez seja só uma questão de escala."(fotolog.net/htt)




Pois é: eu ia reclamar do calor, mas aí caí, por acaso, no fotolog do HTT. Essa é uma ceninha banal do cotidiano islandês, que ele fotografou da janela da sala...

27.12.03



Hoax?!

Não sei se estou ficando cínica demais, mas está rolando um drama humano lá no Fotolog que, para mim, tem toda a cara de hoax. Confiram aqui, por favor, e me digam o que vcs acham.

Será que estou ficando muito desconfiada demais?

Tudo é possível neste mundo, mas uma pessoa terminalmente doente começar um flog dez dias antes de morrer?! Sem postar uma foto sua, sem dar endereço de hospital, nem nada? Weird, weird, weird.

Enfim, como estou batendo pino,vão lá ver e depois me digam, OK?

Thanks!




Bom fim de semana para todos!

Estou meio sumida, desculpem, mas estou aproveitando o feriado para fazer -- isto é, tentar fazer -- duas coisas mais ou menos incompatíveis: descansar um tiquinho e botar o trabalho em dia.

Lamento informar que, até aqui, a segunda parte do programa tem prevalecido sobre a primeira... :-/

Ah, sim: hoje tem Família Gato no fotolog. E embora a gatinha da foto seja a Keaton, o astro lá é o querido da Meg, o Lucas.

Ah, sim II: como é que um cano daquele tamanho da Cedae, que deixa uma cratera monstruosa quando estoura, é consertado em dois dias, e um mísero caninho com um vazamento de nada (que está acabando com a minha parede!) leva semanas para ser consertado?!

Há alguma lógica nisso?!

Ó céus, ó vida...



26.12.03





Já saiu em todo lugar (até no meu fotolog) mas... vocês já viram este Gingle Bells em ritmo de samba?

É uma gracinha!


O Natal visto de fora... e de dentro

Terça-feira, 19h55 na redação semi-deserta do Globo. Metade dos colegas, que vai trabalhar na semana do ano novo, não veio; da outra, quase todos já foram embora, aliviados alguns, aflitíssimos os outros, que ainda têm compras de Natal por fazer. Eu me incluo no último grupo, com uma diferença significativa: continuo aqui dentro, ao passo que as compras ficam lá fora. Os ponteiros do relógio digital — que nem os tem — avançam inexoravelmente. A cada minuto o trânsito fica mais intransitável, os shoppings mais cheios, os vendedores mais neurastênicos. Virada de costas para mim, uma televisão alterna anúncios que falam em paz e felicidade com depoimentos de consumidores histéricos, desesperados em busca do inatingível — aquele presente bom, bonito e barato. Em suma: enquanto o clima natalino atinge seu ponto máximo, a tela do computador me olha branca, vazia, esperando que eu tome uma providência.

— Como é, essa coluna sai ou não sai? — parece dizer. Na verdade diz, agora que escrevi a pergunta.

— Calma, não é tão fácil assim! — respondo, esperando que ninguém note que agora dei de falar com monitores de 17 polegadas. — Essa coluna é para 25 de dezembro, e tenho sérias dúvidas a respeito da utilidade de se escrever qualquer coisa para o dia de Natal. Sempre acho que esse é um dia em que ninguém vai ler jornal. Todos vão estar tão empolgados com os brinquedos novos, tão bodeados da festa... Quer saber? Só tem uma coisa pior: dia 1º de janeiro.

— Data da sua próxima coluna — informa a tela, quando, invadida por uma certeza cruel, clico no calendário.

Fico desmotivada demais quando penso que posso estar escrevendo algo que ninguém vai ler: não seria melhor ir à praia? O pior é que, hoje, como não sou católica, nem ao menos posso escrever sobre o profundo significado religioso da data. Não, não adianta. Essa crônica é uma missão impossível.

A tela, que não entende a minha angústia, continua parada, me olhando.

— Calma! Eu vou escrever.

— Estou calma. Muito calma. Há poucas coisas tão calmas quanto uma tela em branco.

* * *

Na semana passada, a essa hora, eu não estava diante de um monitor pouco compreensivo. Estava lá fora, bem longe da redação, vivendo uma grande aventura. A bordo de um rebocador, debaixo de uma chuva que só vendo, ia, intrépida, em direção à árvore.

“A” árvore, sim — aquela, da Lagoa, que mora em frente à minha casa e que, a cada ano, se supera em altura, beleza e... quilômetros de engarrafamento.

Abre parênteses: sei que quem enfrenta trânsito pesado todos os dias não acha a menor graça no meu ponto de vista mas, sinceramente, apesar do transtorno, não consigo ter antipatia por esse engarrafamento. Acho bonito constatar que, num mundo tão revirado e violento, ainda há tanta gente que se movimenta para ver uma árvore de luz flutuando na água — por bobo que isso possa parecer. Fecha parênteses.

* * *

Enfim, como eu ia dizendo, lá estava eu, singrando a Lagoa rumo à árvore. Ela é mais bonita vista de longe, mas infinitamente mais impressionante vista de perto. De longe, é só uma escultura iluminada; de perto, um navio fulgurante, uma perfeita embarcação.

Isso não é figura de retórica, mas a realidade da árvore, que, solidamente assentada em 11 flutuadores e ocupando uma área de 700 m², é uma complexa obra de engenharia naval, parente de barcos e de plataformas flutuantes. Ao seu redor, além dos pedalinhos, nadam cardumes de peixes atraídos pelas luzes e pequenos caranguejos, hipnotizados.

* * *

Os cinco profissionais que dão plantão no oco da árvore passam o tempo resolvendo eventuais problemas, vendo televisão, espiando pedalinhos. Pablo Hernandez, técnico em luzes móveis e, digamos, “comandante” da nau, que já leu oito livros desde sua inauguração, estava devorando, muito apropriadamente, “Fogo interior”, de Carlos Castañeda.

Faz muito calor dentro da árvore, que tem 2,8 milhões de microlâmpadas (daquelas que a gente usa para enfeitar a casa), 26 mil metros de mangueiras luminosas para formar os desenhos de anjos, notas e estrelas, e oito holofotes. A energia necessária para fazer tudo isso brilhar a contento daria para o gasto de 150 apartamentos de dois quartos — e quando tudo de fato se acende, naquele momento em que a árvore fica iluminada da cabeça aos pés, em toda a sua glória, quem está lá dentro passa a entender, literalmente, o sentido da expressão “banhado em luz”.

É um momento mágico, e a metáfora é irresistível: que 2004 seja assim iluminado, flutuando em águas calmas, trazendo alegria e encanto para todos nós.


(O Globo, Segundo Caderno, 25.12.2003)

24.12.03





Pessoal, eu gostaria de ter feito uma mensagem caprichada, com uma foto especial e umas palavras mais bonitas, mais bem cuidadas -- mas, para fechar o ano com coerência, estou numa correria doida! São 18h40 e ainda nem terminei de fazer as compras de Natal...

Então, fica valendo mesmo o bom e velho

Feliz Natal!

É pouco original mas, acreditem, é de coração.

Mesmo.

Update, antes de sair correndo pra casa da Laura: a fotinha especial eu arranjei... :-)


Acabo de voltar do jornal, onde estava escrevendo a coluna de quinta-feira.

Os feriados na redação são péssimos, mas não de todo ruins: há um sentimento até bacana de solidariedade na miséria, provavelmente comum a tantas profissões que dão plantão enquanto o resto da humanidade se diverte.

Eu fico comovida com os enfeitezinhos e pequenas árvores patéticas que os amigos espetam nos terminais, como vagas lembranças do artigo genuíno.

23.12.03



Ping pong

  • As crianças são ímpias? Então por que Deus não as poupou da sua ira em Sodoma e Gomorra?

    Porque em Sodoma e Gomorra, como aqui, elas assistiam programas da Xuxa e gostavam.

  • Por que um passarinho pode voar e eu não?

    Porque não tens asas.

  • Quem é e por que é o cirurgião plástico de Michel Jackson?

    O cirurgião plástico do Michael Jackson chama-se Dr. Steven Hoefflin e tem entre seus clientes, Elizabeth Taylor, Janet Jackson, Don Johnson, Zsa Zsa Gabor, Sylvester Stallone, Brigitte Nielsen, Princesa Salima Aga Khan, Tina Sinatra, Pamela Anderson, Ivana Trump e o Sultão do Brunei, só para citar alguns. A associação médica da Califórnia tentou processá-lo mas não conseguiu reunir provas. E ele processou vários de seus detratores por difamação. Mais aqui, em inglês. E ele é o cirurgião do astro porque topa qualquer parada e tem soluções que ele acha revolucionárias para os pedidos mais bizarros de seus clientes. Como, por exemplo, fixar parafusos às laterais do crânio para "evitar que a pele do rosto desabe".

  • Há uma coleção dessas pérolas no blog da Teruska; as respostas são do Cesar Valente.

    Confiram!

    22.12.03



    Leia o livro, faça a foto!

    Se você ainda não terminou de fazer as compras de Natal, e tem usuários de câmaras digitais na lista — ou candidatos a usuários — a solução é simples: há, nas livrarias, uma ótima safra para os aficcionados da fotografia digital, time que aumenta exponencialmente a cada ano.

    Dois deles — “Guia prático da fotografia digital”, da National Geographic, e “Fotografia digital: da compra da câmera à impressão das fotos”, de Julio Preuss — estão, apesar de parecidos no conteúdo, em pólos distintos da Escala de Presentes de Natal: o guia da NG é um livrinho pequeno, mas denso e bem ilustrado. Custa R$ 27 e parece com uma revista, do detalhe de trazer anúncios na contracapa, nas capas internas e em algumas páginas, a ser vendido em bancas de jornais. Já o livro do Julio — que tem prefácio meu — e é um belo álbum de capa dura da Axcel, tem preço de gente grande: R$ 69 (por enquanto, em oferta de lançamento no Submarino, por R$ 49).

    * * *

    Julio Preuss é jornalista de informática, trabalha em “O Dia” e sabe tudo de informática e fotografia digital. Seu livro, atualizadíssimo, é a melhor referência brasileira sobre fotografia digital como um todo; ele escreve com clareza, tem ótimas dicas, explica muito bem todos os pontos que aborda e — importante! — vê tudo a partir do nosso ponto de vista. Ou seja: este é o livro ideal para quem mora no Brasil e vive em reais.

    Agora, prepare-se para retocá-la

    Quem tem câmera digital acaba, cedo ou mais tarde, caindo no feitiço do Photoshop — que ainda é, indiscutivelmente, o melhor programa para tratamento de imagens. É, também, um dos mais difíceis de dominar, com uma curva de aprendizado para montanhista nenhum botar defeito. É por isso que ele é um dos alvos favoritos dos autores de manuais e tutoriais: entre em qualquer livraria e você vai se espantar com a quantidade de títulos existentes a seu respeito.

    * * *

    A Editora Campus publica alguns dos melhores desses títulos, de “Photoshop 7: a biblia”, de Deke McClelland — alentado volume de 896 páginas, a R$ 219 — a “Adobe Photoshop Elements 2.0”, de Edson Tanaka, 336 páginas, por R$ 65.

    Este último é excelente para quem recebeu o “Photoshop Elements” como parte do software da câmera digital. Edson Tanaka, outro brasileiro que brilha nas paradas dos livros técnicos, é autor, ainda, de “Adobe Photoshop 7”, um manual de 520 páginas, a R$ 89, também da Campus.

    * * *

    Um lançamento interessante para quem curte o Photoshop, mas gostaria de aprender uns macetinhos de forma indolor, é “Desvendando o Adobe Photoshop”, da Digerati Books. O livro segue mais ou menos a mesma linha do guia da “National Geographic”, quer dizer: tem alma de revista. No caso, a “Computer arts”, sensacional publicação inglesa que, infelizmente, tantos de nós deixamos de comprar por causa do preço, salgadíssimo.

    Pois no livro (que custa R$ 89, e é outra boa oferta do Submarino, a R$ 66) estão alguns dos melhores tutoriais publicados pela revista, com sua imprescindível versão em video nos três CDs anexos.

    Tudo o que você sempre quis saber...

    ...para entender o maravilhoso mundo da tecnologia e dos gadgets, mas ficava encabulado de sair por aí perguntando aos outros: firewire, interpolação, LED, hiperlink, chroma-key, shareware...

    Tudo isso está na “Enciclopédia básica da mídia eletrônica”, de Ricardo Pizzotti, publicado pela Editora Senac São Paulo. O livro, que custa R$ 55 e tem 296 páginas com cerca de 2.100 verbetes, cobrindo o vasto universo da multimídia, é útil até para profissionais tarimbados do setor, como a escriba que vos tecla, já que não há quem consiga absorver toda a sopa de letrinhas em que vivemos mergulhados.

    Ricardo Pizzotti é publicitário, escreve sobre tecnologia de televisão para a revista “Audio e vídeo” e fez um excelente trabalho.

    O Natal entre amigos

    Coisa bonita de se ver vai ser o Natal do Fotolog! Já começou: é deslumbrante a diferença entre os fotologs tropicais, de bracinhos de fora, e os lá de cima, enregelados, mostrando neve, cristais de gelo e bípedes encasacados. Está todo mundo curtindo, encantado, a diversidade do planeta — que a gente sempre soube que existe, mas nunca acompanhou assim, passo a passo.

    Já começaram a aparecer os votos e as saudações nos álbuns de visita, e até eu, que detesto festas de fim de ano, fico comovida em ver como, no fundo, a maioria das pessoas só deseja isso, paz e tranqüilidade, para tocar a vida como ela vem. Paz e tranqüilidade, portanto, é o que desejo a todos que acompanharam o caderninho ao longo do ano, deram sugestões e palpites, xingaram e elogiaram. É muito bom ter vocês como leitores, acreditem.


    (O Globo, Info etc., 22.12.2003)




    A fera é o Bruno, que tem um ótimo site sobre BMX: o BMX4u.com.

    Fiz a foto ontem, quando, passeando com mamãe, parei para ver uma turma de esportes radicais praticando. Os meninos dão um show, coisa linda de se ver.

    21.12.03





    Fotologgers

    Aí está uma parte da galera que compareceu ao encontro de Natal dos fotologgers cariocas; a foto é do Frederico Mendes. Foi um encontro divertido, como têm sido esses encontros, em geral: só ainda não achamos o lugar ideal.

    Da última vez, sabe-se lá por quê, fomos parar no Lord Jim. Muito bonitinho, mas escuro e barulhento, sem serviço ou comida digna do nome. Um grupo dissidente, liderado pelo Fábio (do casal Zipper) partiu para a pizzaria em frente e se deu bem.

    Dessa vez, fomos para o Quiosque Hum. Seria ideal, se, lá para as tantas, não entrasse em cena uma banda até simpática, cantando músicas até legais... mas todas insuportavelmente alto!

    Se a gente estivesse lá para dançar, seria perfeito; mas para conversar ficou meio complicado.

    A garotinha na frente, segurando um objeto estranho, é uma vendedora de lanternas de fibra ótica: aquelas, que parecem fios de náilon com brilhos nas pontas. Apareceu com uma outra menininha, oferecendo a mercadoria cintilante numa mesa cheia de fotógrafos, e acabou se sentindo uma celebridade: nunca foi tão fotografada. De quebra, acabou vendendo algumas lanternas.

    Quem fez uma grande foto da outra menina foi a Sylvia Heilborn, que mantém um fotolog sensacional com um simples Palm Zire 71. As imagens dela provam que a sensibilidade do fotógrafo continua mesmo sendo muito mais importante do que qualquer equipamento.

    Vale conferir!




    Minha série da Viagem ao Centro da Árvore está quase completa; agora estou subindo umas fotinhas feitas com o Nokia 7650, que me acompanhou na aventura.

    19.12.03



    Ugh!

    Tem coisa mais chata, desinteressante e desenxabida do que a onda de cartões de Natal politicamente corretos que assola o país?!

    Vocês sabem, né: esses com fotos de criancinhas carentes beneficiadas por projetos sociais, desenhinhos feitos pelos filhos dos funcionários, e assim por diante?!

    Muita saudade dos tempos em que os cartões de Natal eram apenas cartões de Natal, cheios de dourados e purpurinas, desenhados pelos melhores artistas, e não tíquetes de lavagem de consciência social.

    Update: Esqueci de acrescentar um detalhe. É que 99% dos cartões que eu recebo vêm de empresas, e expressam tanto carinho quanto, digamos, uma cena romântica do Stalone.


    Ó cirandeiro, ó cirandeiro ó,
    A pedra do teu anel
    Brilha mais do que o Sol.




    Viagem ao Centro da Árvore

    Ontem eu estive num lugar muito especial: dentro da Árvore da Lagoa! Fui com a Elis (fazendo a matéria de capa do Info etc.) e o Teixerinha (fazendo as fotos para a matéria). Estou publicando as fotos que fiz dessa aventura lá no fotolog.



    Túnel do tempo

    Fim de ano: qualquer folguinha que sobra, a gente aproveita para arrumar coisas, jogar fora trambolhos, dar um jeito na casa. Fotos de papel têm isso: elas aparecem e desaparecem, e aí, nessas ocasiões reaparecem de surpresa.

    Essa foi feita na Cobal, há milênios, num sábado de manhã. Tom Jobim ainda era vivo e estava na mesa com a gente. E mais Lucinha Veríssimo, Chico e Eliana, José Lewgoy, Jaguar e Hugo Carvana (se não me engano).

    Nesse dia, um garçom perguntou pra Lucinha:

    -- E a Ava Gardner aí, o que vai querer?

    Ela ficou encabulada com o lance da Ava Gardner, mas o Millôr cortou:

    -- Lucinha, aprenda: não se discute com a oftalmologia alheia!

    Eu me lembro disso tudo por um motivo muito simples: é que os Veríssimos (por motivos geográficos) e o Millôr e eu (por questões de trabalho, dele, e de horário, minhas) praticamente não íamos à Cobal.

    A exceção é sempre mais fácil de lembrar do que a regra.

    18.12.03




    Laura Rónai, PhD

    Quase 50 anos depois da Mamãe fazer o seu (dela) doutorado em arquitetura, a família tem uma nova PhD: minha irmã Laura, que defendeu ontem, brilhantemente, a sua tese de música na UniRio.

    O "brilhantemente" aí não fui eu quem disse não: afinal, sou suspeita para falar. Foram os examinadores, mesmo.

    Aprovada com louvor.

    Viva, Laurinha!!!

    Parabéns!!!

    Estamos todos orgulhosos de você... :-)))