O rap da Cinderela
Pequenos grandes astros
Um dia, no meio de uma tempestade, tenta pegar um par de tênis velhos pendurados num fio de alta tensão. Neste exato momento, um raio atinge os sapatos, atirando-o longe com o seu troféu — e, a partir daí, claro, nada será como antes. Durante uma partida de basquete, Calvin é sorteado para bater uma bolinha com o grande astro do time local. Graças aos seus tênis mágicos, dá um baile, é contratado para fazer parte do time e consegue levá-lo à primeira divisão. Apesar dos Nikes atômicos, crianças, a verdadeira magia está, aprendam, na vida real: no decorrer da história, Calvin encontra, finalmente, uma família.
Parece bobo, e é bobo mesmo. Mas “Pequenos grandes astros” (“Like Mike”), uma espécie de Cinderela em releitura contemporânea, é um filme que vai agradar muito às crianças e, de quebra, divertir os seus pais. Mágica é isso!
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