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31.1.05
Teste
Teste com uma fotinha feita pelo Samsung Twist. Funcionar funciona, mas entra um monte de lixo na legenda. Em compensa��o, n�o fica se repetindo a vida toda... 20:05
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 MPx220: mistura de qualidades e problemasPara muitos usu�rios, um telefone como o Motorola MPx220 da foto pode n�o passar de um belo objeto cheio de fun��es in�teis: afinal, para que � que algu�m precisa de um celular de quase R$ 2.300?! Bom, se o MPx220, comercializado pela Tim, fosse s� um celular, a pergunta teria raz�o de ser; mas acontece que ele pertence a uma categoria de aparelhos mais aparentados com computadores e com PDAs do que com telefones propriamente ditos, como o Treo 600, o Blackberry ou o Communicator da Nokia. Com eles se pode ler e responder emails, atualizar a agenda, surfar na web, gerenciar arquivos, usar aplica��es especialmente desenvolvidas para determinados ambientes de trabalho. S�o m�quinas inacreditavelmente complexas, que podem, em certos casos, substituir notebooks: numa viagem r�pida, um executivo que esteja com um deles n�o perde o contato com a mailbox, a agenda ou as apresenta��es. Espa�o � o que n�o falta: o MPx220 tem 64Mb de mem�ria, e vem com slot para mini SD, onde se podem alternar quantas unidades de 128Mb sejam necess�rias �s necessidades do fregu�s. Al�m disso, � um aparelho universal, que funciona em qualquer lugar do mundo onde exista rede GSM, ou seja, em quase todo o planeta. A diferen�a do MPx220 em rela��o aos outros smartphones � venda no pa�s � o Windows Mobile, parecido com o que se encontra habitualmente nos computadores. N�o sei se isso chega a ser vantagem. Para quem n�o gosta de interagir com interfaces diferentes, a familiaridade pode ser um ponto positivo; mas a quantidade de fun��es, da forma como se apresenta -- mais apropriada a um monitor -- acaba atrapalhando. A seu favor, ele conta com um dos looks mais bonitos da Motorola; com uma constru��o s�lida e bem acabada, que se ajusta muito bem � palma da m�o; com uma tela clara de excelente defini��o e legibilidade; com excelente sincronia com o Outlook e perfeito entrosamento com o Messenger, o que n�o � pouco para quem precisa se manter em dia longe do escrit�rio ou de casa. Apesar de produzir imagens com 1.2 Megapixels, a qualidade das fotos do MPx220, por�m, n�o � das melhores, sobretudo em interiores ou em condi��es de luz fracas; por outro lado, em boas condi��es, � capaz de fazer at� filmes, limitados apenas pelo tamanho da mem�ria dispon�vel. Para quem pretende usar o celular como c�mera digital, este aspecto n�o pode deixar de ser levado em considera��o. O aparelho que testei, que funcionou �s mil maravilhas com dados, trope�ou, paradoxalmente, na sua fun��o prim�ria de telefone: em alguns casos, foi imposs�vel manter a conversa. Parece que a Motorola j� cuidou disso mas, ainda assim, recomendo aos interessados que chequem o telefone antes da compra. (O Globo, Info etc., 31.1.2005)18:56
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TsunamiUm site de fotos a�reas, antes e depois. Impressionante. 17:11
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 O Z�rramos mandou... :-)15:28
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 Sess�o NostalgiaUm dos Telecines est� passando Romeu e Julieta, de Zefirelli. Asssisti a este filme quando chegou ao Brasil; tinha uns 13 ou 14 anos, e fiquei muito impressionada. Nunca tinha visto nada mais triste. Tamb�m n�o tinha visto nada mais lindo do que Leonard Whiting, que fazia Romeu, o que muito contribu�a para o impacto da hist�ria. Revendo o filme tantos anos depois, confirmo que me lembrava muito bem da trilha sonora, da beleza de Olivia Hussey e de detalhes de muitas cenas; s� n�o lembrava como o filme � bom. Tanto que, milagrosamente, sobrevive n�o s� � dublagem, como a uma pe�a sensacional chamada "Oh Romeo!", de Ephraim Kishon, que o Mill�r traduziu h� muitos anos. Nela, Romeu e Julieta, que n�o morreram, est�o casados h� 20 anos. Tem filhos aborrecentes e brigam dia e noite -- inclusive com Shakespeare, que volta e meia entra na trama. A certa altura Julieta cobra: -- Sinceramente: n�s vivemos uma �nica noite apaixonada de amor, acordamos em circunst�ncias tr�gicas e, ato cont�nuo, come�amos a discutir ornitologia. Voc� tem coragem de chamar isso de boa dramaturgia?! Pois com tudo isso o filme de Zefirelli � um encanto. O homem sabia das coisas: o clima da briga em que Teobaldo mata Merc�cio � perfeito. Apesar dos trajes de �poca, das espadas, daquela maravilha que � Floren�a como pano de fundo, o que vem � cabe�a �: -- Ah�, pitboys! Fica tudo explicado. 03:05
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Do lado de l�Voc�s se lembram de Raed, o blogueiro de Bagd�? Pois vale a pena ler o que ele e sua fam�lia t�m a dizer a respeito das elei��es no Iraque, em A Family in Baghdad. Muito interessante! Recomendo tamb�m visitar os links listados na barra � esquerda da p�gina. 02:25
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30.1.05
GRRRRRRRRRRRRRR!!! Que raiva!!! O telefonino est� doido. Tiro a foto, envio e ele diz que o envio falhou. Como j� sei que a msg � falsa n�o fa�o nada de nada... e, ainda assim, l� fica ele, enviando fotos sub-repticiamente. Assim � que, quando voltei da minha volta de bicicleta, encontrei duas todos da bicicleta (que agora tem uma cestinha, repararam?) e OITO de uma das capivaras coloridas do Palaphita. Assim perco a vontade de mandar fotinhas, sinceramente. N�o brinco mais. 21:54
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Oi Multimidia
17:52
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Sensacional� incr�vel que tantos iraquianos tenham tido coragem de ir �s ruas para votar. E � maravilhoso, tamb�m. Esta era a �nica resposta poss�vel aos terroristas que prometiam um banho de sangue nas elei��es. Mataram at� agora mais de trinta pessoas, � verdade, mas o povo mostrou que n�o se deixa intimidar. A BBC, para variar, est� fazendo uma grande cobertura. Os seus rep�rteres no pa�s est�o mandando mat�rias para um blog coletivo. 17:15
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Viajando na viagemO Flickr � uma fonte inesgot�vel de surpresas interessantes. Hoje descobri o �lbum de um travel writer, isto �, um autor de livros de viagem, aquela esp�cie aben�oada que ganha dinheiro para viajar. Ele se chama Carl Parkes, mant�m um blog sobre a especialidade e posta fotos sensacionais na sua p�gina do Flickr. � coisa para horas de entretenimento. 16:57
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29.1.05
LagoaDa se��o de cartas do Globo: Cedae na Lagoa
� falsa a vers�o atribu�da a pescadores de que a Cedae despeja esgoto nas �guas da Lagoa Rodrigo de Freitas, conforme fez publicar (27/1) Cora R�nai em sua coluna ?Rio: mais abandonado do que a capivara na Reduc?. A fantasiosa hist�ria de pescadores, que acusam a Cedae de abrir comportas, de madrugada para despejar esgoto, se desqualifica pelo fato de a empresa n�o operar qualquer comporta no local. Onze elevat�rias de grande porte, ligadas � rede coletora da Cedae, direcionam o esgoto produzido na regi�o para o emiss�rio submarino de Ipanema, que funciona muito bem h� 30 anos.
Ant�nio Cunha Asessor de Comunica��o Social da Cedae Enquanto isso, na minha mailbox: Prezada Cora
Segundo o assessor de imprensa da CEDAE (carta ao leitor de hoje) a vers�o dos pescadores � fantasiosa!
1 - J� vi in�meras vezes funcion�rios da CEDAE operando a comporta da Av. General G�rzon;
2 - Parece que o aspone n�o sabe da exist�ncia do documento que lhe enviei zipado, onde o resumo � que todo o sistema de saneamento da Lagoa estava em pandarecos em 2001.
Enfim, cada um defende seu contra-cheque como pode, uns falando a verdade, outros mentindo.
Infelizmente mais trinta toneladas de peixes mortos em Marapendi. D� vontade de despejar tudo na porta da CEDAE e do Pal�cio Guanabara.
Um abra�o
M�rio Moscatelli A Cedae que me desculpe, mas continuo preferindo acreditar nos pescadores, no Moscatelli e na evid�ncia que as minhas narinas captaram algumas vezes. 19:39
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28.1.05
Oi Multimidia
20:06
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Oi Multimidia
14:11
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Oi Multimidia
13:30
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Oi Multimidia
11:26
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Oi Multimidia
 No cinema... A essa hora! *sigh* 10:09
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A nova encarna��o de Madre Teresa Bill Gates em Davos, falando para a BBC, diz que o mundo rico tem que ser mais generoso com os pobres. Como � que �?! Eu s� queria entender a l�gica do Grande Benfeitor. O mundo rico tem que ser mais generoso, mas a M$ pode continuar cobrando os pre�os extorsivos que cobra pelos seus produtos. O mundo rico tem que ser mais generoso, mas a M$ cobrar mais de tr�s sal�rios m�nimos pelo XP Pro ou praticamente seis sal�rios m�nimos pelo Office, aqui no Brasil, n�o tem nada demais. [....] Honestamente, e sem qualquer brincadeira: quando a Hist�ria do nosso tempo for contada sem paix�o, daqui a cem ou duzentos anos, as pessoas v�o ter dificuldade em compreender como se permitiu a uma �nica empresa acumular tanto dinheiro, e se portar de forma t�o predat�ria, sem que seus donos fossem para a cadeia. 02:18
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27.1.05
Oi Multimidia
21:39
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Oi Multimidia
 E continua chovendo. Mas onde e' que estamos, Londres?! 20:17
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Deu no NYT Globo"Olha que coisa mais linda: disposto a provar que nem s� garotas cheias de gra�a balan�am a caminho do mar no Rio, o "New York Times" mandou para as areias cariocas seu correspondente, o pol�mico Larry Rohter, e o fot�grafo John Maier em busca da epidemia de obesidade que o Brasil estaria enfrentando. Eles encontraram alguns t�picos exemplos de mulheres ?cariocas? acima do peso: tr�s tchecas." Manchete do jornal de hoje, esta mat�ria est� o m�ximo! Detalhe: as "cariocas" do Rohter s�o, al�m de tchecas, boas de briga -- e est�o processando o New York Times. Tomara que ganhem a causa. 06:09
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 Rio: mais abandonado do que a capivara na ReducOs sapos na fervura pedem instru��es: como � que se faz para sair da panela? Como todo mundo, eu tamb�m gostei muito do artigo escrito por Maria Silvia Bastos Marques para O Globo, na semana passada. Nele, ela dizia que, no Rio, estamos vivendo como sapos na fervura, "nos acostumando, dia ap�s dia, com situa��es que, olhadas � dist�ncia, nos pareceriam inadmiss�veis e intoler�veis". Concordo com isso. As barbaridades que hoje passam por "coisas da vida" no Rio de Janeiro tamb�m me enojam e me fazem ferver o sangue. Fico me perguntando at� que ponto as autoridades assistir�o a tudo o que est� acontecendo como se n�o fosse com elas. Digo autoridades por for�a de h�bito, claro, porque n�o reconhe�o, em nenhum dos poderosos, a defini��o do Aur�lio para autoridade: "Aquele que tem por encargo fazer respeitar as leis". Digo autoridades, tamb�m, porque o povo, coitado, j� est� por aqui com a situa��o. Concordando no atacado, discordo no varejo. Maria Silvia acha que estamos assistindo passivamente � deteriora��o acelerada da cidade mas, ao mesmo tempo, faz pouco caso de quem se mobiliza pela volta da Capivara � Lagoa. Ora, como uma das pessoas envolvidas nessa mobiliza��o, esclare�o que, vista sem preconceitos, a luta pela volta da Capivara vai um pouco al�m da localiza��o geogr�fica de um roedor. Estamos lutando porque o destino de um bicho que cativou tanta gente, e que deu um charme t�o especial � Lagoa, foi decidido, intempestivamente, por um ou dois funcion�rios do zoo de Niter�i, que sequer se preocuparam em saber de onde vinha aquele animal, como vivia e em que condi��es havia sido criado - embora n�o lhes faltasse disposi��o para convocar o Jornal Nacional a acompanhar sua viagem at� a Reduc. Estamos lutando porque esta a��o, arbitr�ria e incompetente, nos deixou indignados. Estamos lutando para que o estado e a prefeitura tomem provid�ncias em rela��o aos animais com quem dividimos a cidade, e que, no momento, est�o abandonados � pr�pria sorte. Estamos lutando porque queremos que a comunidade seja respeitada, e porque gostar�amos que os usu�rios de uma regi�o fossem ouvidos em quest�es pertinentes �quela regi�o -- seja essa regi�o a Lagoa, o Centro ou mesmo a famigerada Reduc. Pode parecer pouco, mas � um exerc�cio de cidadania como outro qualquer. Ao mesmo tempo, pelo pouco que �, talvez possa produzir resultados. Se n�o a volta da nossa Capivara, pelo menos uma discuss�o a respeito do trato municipal e estadual com os animais, algo important�ssimo numa cidade cravada em plena Mata Atl�ntica, que recebe, com freq��ncia, baleias e ping�ins desnorteados. Estou inteiramente de acordo com Maria Silvia quando ela diz que precisamos sair da apatia e reagir -- mas, se a mobiliza��o pela Capivara n�o vale, eu gostaria muito que ela me dissesse o que fazer, e como. Estou inteiramente de acordo, tamb�m, com a sua id�ia de que o Rio precisa ser uma Cidade-Estado -- mas, novamente, gostaria muito de saber o que prop�e como ponto de partida para isso, e o que � que o cidad�o -- este, que acusa de estar assistindo passivamente � destrui��o da cidade -- pode fazer em rela��o ao assunto. * * *A verdade � que o carioca est� mais abandonado na sua cidade do que a Capivara na Reduc. Os governadores acasalados odeiam o Rio, o prefeito s� pensa em ser presidente e o presidente, que detesta a cidade e n�o suporta os governadores, n�o est� nem a� para n�s. No m�ximo se preocupa em saber se os turistas est�o sendo bem tratados, e olhe l�. * * *H� mais ou menos um m�s eu estava conversando com amigos da Col�nia de Pescadores da Lagoa, feliz com a quantidade de aves que via, quando um deles fez o alerta: -- �, os p�ssaros est�o uma beleza, mas os peixes v�o morrer novamente, logo logo. Perguntei por qu�, e ele me disse que era imposs�vel a sua sobreviv�ncia com a quantidade de esgoto que a Cedae estava despejando na �gua: -- Fazem isso de madrugada, para ningu�m ver. Abrem as comportas e vem aquele monte de porcaria, direto. De manh� tudo j� se misturou e ningu�m repara, mas precisa ver o cheiro que fica isso aqui �s tr�s da manh�. Pode at� ser que a mortandade desta vez seja devida ao calor, � mar� baixa ou a uma conjun��o infeliz dos signos do zod�aco, mas o fato � que a Cedae, que deveria estar trabalhando para despoluir a Lagoa, est� fazendo justamente o contr�rio. Se isso n�o � crime ambiental, n�o sei o que possa ser. O mais triste � ver este descaso quando h� tanta vida por l�. Os peixinhos da foto ainda estavam bem quando os fotografei, debaixo do deck do Cantagalo, na segunda � tarde: pela sombra projetada na areia, d� para ver como nadavam no raso, procurando ar. Tadinhos deles. E coitados de n�s. (O Globo, Segundo Caderno, 27.1.2005)05:27
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Pesquisa r�pida Se voc� fosse iraquiano, sairia de casa para votar? 01:48
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O horrorN�o me lembro de quando chorei vendo televis�o; nem sei se j� chorei vendo televis�o. Talvez nunca -- n�o choro � toa e quase n�o vejo televis�o. Mas acabo de ver a reportagem da BBC sobre Aceh, um m�s depois da tsunami, e n�o houve valentia que me segurasse as l�grimas. Nunca vi devasta��o em tal escala. Nunca vi desconsolo igual. H� um ligeiro progresso: o hospital est� limpo e tem condi��es de atender aos que o procuram, e as estradas come�am a ficar novamente transit�veis -- mas para onde? N�o h� mais nada em lugar algum. As equipes de resgate continuam trabalhando nas ru�nas das ru�nas. Passado um m�s da cat�strofe, elas retiram dos escombros cerca de mil corpos todo santo dia. Quantos dias ainda pode durar esta miss�o, ningu�m sabe. N�o h� palvras para descrever tanta tristeza. 01:42
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26.1.05
ZOOOOOOOOOOOM! Gozado, as legendas das outras fotos sa�ram em cima. Pode ser porque tentei dar um espa�o maior entre texto e foto. Agora vai pelo default; vamos ver o que acontece.  16:45
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Outro urubu. H� pelo menos um em cada poste...  16:40
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A vista, hoje: at� os urubus est�o desconsolados  16:36
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Aten��o: este texto foi publicado na segunda-feira. A SPFW j� acabaou!SPFW: o show do MutiA instala��o mais bonita e impressionante dos �ltimos tempos fica em cartaz at� amanh�, na Bienal, em S�o Paulo. Ela � a embalagem de luxo que Muti Randolph criou para a Fashion Week, dando ao pr�dio uma nova e singular arquitetura, e ao visitante a sensa��o de que mergulhou, de corpo inteiro, num mundo m�gico de imagens e tecnologia. Em todas as �reas de circula��o, proje��es diferentes se alternam, mostrando ora os desfiles, ora os trabalhos da exposi��o paralela "Olhares brasileiros", ora cria��es tridimensionais do pr�prio Muti, ora cenas da cidade de S�o Paulo, captadas e transmitidas em tempo real. Algumas chegam a ter mais de 50 metros de largura, mas a gente s� percebe isso quando, andando ao longo dos corredores, subitamente d�-se conta de que nunca viu nada igual. Na verdade, o cen�rio � mais do que deslumbrante; � milagroso, mesmo. O fato de que tudo aquilo esteja n�o s� t�o bem integrado como funcionando t�o bem � de tirar o f�lego. D� vontade de nunca mais sair do pr�dio e de ficar l�, viajando nas imagens e na sua intera��o com o edif�cio e com as pessoas (como eu tive a sorte de ficar, por algumas horas, na quinta passada); d� vontade de aplaudir de p� ou, no m�nimo!, de deixar uma mensagem cheia de entusiasmo em algum lugar. Pois a minha fica aqui: achei o m�ximo! * * *Al�m do show de tecnologia envolvente do Muti, h� outras atra��es hi-tech na Fashion Week. No lounge da Motorola, onde se pode ver o Moto Razr, mais lindo e fininho dos celulares, h� vers�es especiais de Alexandre Herchcovitch e de Fause Haten para alguns modelos de telefones, que estar�o � venda nas lojas dos estilistas em edi��es limitadas. E, escondidinho no lounge da FedEx, onde, por acaso, fui ver uns modelos de embalagens especiais para objetos sens�veis, estava uma m�quina maravilhosa: o Atigo T, um computador "us�vel" da Xybernaut. Crossover de notebook e PDA, ele � um tablet com uma al�a pl�stica que se pode prender ao bra�o, deixando as m�os livres para outros trabalhos. � um modelo muito usado pelo pessoal da FedEx, por agentes de seguradoras e gente que, de modo geral, precisa de m�quinas leves, resistentes e pr�ticas. N�o entendi muito bem o que estava fazendo na Fashion Week, onde parece que vai participar de um desfile, mas gostei de encontr�-lo. � levinho, tem uma tela de 8.4" clara e leg�vel, roda Windows XP num Transmeta Crusoe TM5800 de 1GHz, tem duas sa�das USB, slot para Compact Flash e PC Card e, aparentemente, mil e uma utilidades. Para ver fotos e todos os detalhes t�cnicos, v� a atigo.not long.com: a maquininha merece a visita. * * *Picasa2: tudo de bom!A grande not�cia da semana, por�m, � que saiu a vers�o 2.0 do Picasa. O programa, que j� era o meu gerenciador de imagens favorito na primeira vers�o, est� ainda melhor e mais poderoso. A interface est� mais �gil e limpa, e d� acesso imediato a um set de ferramentas b�sicas de edi��o que, na verdade, supre as necessidades da maioria dos usu�rios de imagens digitais. Al�m delas, h� bot�es para impress�o, queima de CDs, envio direto de fotos para blogs, envio por email ou pelo Hello, sistema de mensagem instant�nea do Google que permite troca de imagens. As favoritas podem ser marcadas com uma estrela e reunidas numa busca muito r�pida. O melhor � que, com tudo isso, o pre�o continua o mesmo: gr�tis! Em www.picasa.com. (O Globo, Info etc., 24.1.2005)04:51
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Oi Multimidia
 Chove! 02:44
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25.1.05
 Coitados desses filhotes! Estavam fugindo das �guas mais fundas na Lagoa, hoje, para escapar da mortandade de peixes causada pela polui��o. O papo de calor que est�o tentando vender para a popula��o � mentira. H� mais de um m�s a Cedae vem abrindo as comportas de esgoto na madrugada, para ningu�m perceber; os pescadores me cantaram essa pedra no Natal e avisaram: os peixes v�o morrer. N�o deu outra... :-( 02:22
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24.1.05
Oi Multimidia
 A foto! 13:03
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Oi Multimidia
 Paulinho em Sampa, mostrando a foto dos miudos 13:01
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 Deu no The Boston GlobeH� tempos, mais exatamente desde que a Capivara apareceu, eu me perguntava por onde andavam os correspondentes estrangeiros que n�o viam que grande mat�ria estava dando sopa na Lagoa. Ali estavam v�rios ingredientes para uma excelente reportagem dominical: um mist�rio, um ex�tico bicho silvestre em plena �rea urbana e um lindo exemplo de respeito � natureza numa cidade que, bem ou mal, freq�enta o imagin�rio do mundo. Se o monstro do Lago Ness, que nem existe, e fica naquele fim de mundo, j� deu tanto o que falar...! Pois enquanto o New York Times se preocupava com besteira, o Boston Globe fez a coisa certa: correu atr�s e, ontem, publicou uma �tima mat�ria sobre a Capivara, assinada pelo correspondente Paulo Prada -- que, apesar do nome, � americano. O material j� est� devidamente clipado e arquivado em The Capybara Page, site inteiramente dedicado �s capivaras, e refer�ncia mundial no assunto. O pessoal do Novo Itamaraty, mais uma vez, nem precisa se dar ao trabalho de ir at� l�. 06:31
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O Duda Mendon�a do futebolEstou chocada com a entrevista do Maradona! � tudo t�o revoltante: a falta de esp�rito esportivo, a falta de car�ter, a falta de escr�pulos, a falta de um m�nimo de dec�ncia que acenda uma luzinha vermelha l� num canto qualquer daquela cabe�a doente e avise, "Olha, isso � uma indignidade, isso n�o se faz!" N�o se faz, n�o se conta, n�o se acha engra�ado. E aquelas outras pessoas todas achando aquilo hilariante. No m�nimo, no m�nimo, a Argentina tinha que ser suspensa da pr�xima Copa. 03:10
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23.1.05
 Olha� quem vai ao ar daqui a pouquinho, no Fant�stico: a Tet� da Mangueira! Detalhe: ela � a fiel escudeira do Mill�r h� ... hmmm ... errr ... bom, digamos, MUITO tempo. � por isso que todo mundo aqui em casa � Mangueira. N�o deixem de ver, ela � o m�ximo. Viva, Tet�!!! 20:41
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Vivendo e aprendendoDescobri l� no Flickr o jeito mais complicado de multiplicar n�meros. Usam-se os dedos como refer�ncias. Qualquer calculadora resolve a quest�o em dois tempos; o pessoal das antigas, que ainda aprendeu tabuada, sabe de cor. Mas o curioso � que funciona, e � muito interessante como id�ia. Eu s� queria saber quem inventa essas coisas... Ah, sim: o pessoal do Novo Itamaraty n�o precisa nem se dar ao trabalho de clicar. Est� em ingl�s e n�o estou com nenhuma disposi��o para traduzir. 19:19
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 Ontem, � claro, foi dia de brincar com a c�mera nova. Ela � muito f�cil de usar, mas, como toda m�quina, tem macetinhos que a gente s� aprende com pr�tica. O zoom continua sendo o que eu mais estou gostando: este vizinho estava na cal�ada, l� embaixo (moro no quinto andar!). H� mais fotos no imagens. 04:57
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21.1.05
Oi Multimidia
 Paulinho em SP 23:19
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 Tem mais uma s�rie de zoom l� no imagens. 16:26
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Emerg�ncia felinaRecado da Ana: Amigos dos gatos,
Reconhe�o n�o ser esse o local, mas espalhem, espalhem, divulguem que sob a tutela de Paula Bokel (81052071) 14 lindos filhotes est�o "guardados" aguardando lares verdadeiros. Ora, Ana. Este � o local, como n�o. Algu�m se habilita? 06:14
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Caos, ou: lar, doce larEstou dormindo no escrit�rio, num colchonete. O meu quarto est� sendo pintado. As minhas coisas est�o todas embaralhadas, cobertas com panos e pl�sticos, escondidas pelos cantos, sumidas. H� uma camada de poeira insidiosa pela casa inteira. O cheiro de tinta est� insuport�vel. Os gatos est�o hist�ricos. O desktop pifou e n�o entra no ar nem por decreto. Estou cansada demais para tentar matar a charada, mas acho que ele tamb�m est� se ressentindo das obras. O notebook vai bem obrigado e me permite trabalhar um pouco, mas o wi-fi foi pro espa�o junto com o desktop. Para que � que eu fui mexer com este bendito quarto?! Se arrependimento matasse... 04:33
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Fam�lia globalizada: n�o bomTer filho morando longe � muito complicado! No dia a dia a gente at� consegue empurrar a dist�ncia prum cantinho afastado do c�rebro e vai tocando a vida, falando pelo telefone, mandando uns emails pra c� e pra l�; mas, quando a gente se v�, a saudade, ao contr�rio de diminuir, aumenta muito. Na segunda, o Paulinho, que mora em Austin, chegou ao Brasil em viagem de neg�cios. Foi direto para S�o Paulo. Na quarta � noite fui me encontrar com ele que, na quinta de manh�, voou pra Bras�lia. De l�, hoje mesmo, volta para os Estados Unidos. Adorei ver o meu b�pede gringo, e fiquei muito orgulhosa do software que ele desenvolveu com os colegas -- mas agora estou morrendo de saudade, sentindo toda a falta que ele me faz. Vejo as fotos dos miudinhos, e me d� muita tristeza n�o ter uma rela��o pr�xima e real com os meus netinhos -- que, objetivamente, mal conhe�o. O pior � que, com o cretino do Bush no poder, os Estados Unidos ficaram longe demais, em todos os sentidos. * grande, grande suspiro *04:08
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20.1.05
Sampa na linha Catamilho essas mal tecladas da sala de imprensa da Fashion Week, em S�o Paulo. Ontem � noite me encontrei com o Paulinho, que veio ao Brasil num p� e volta no outro, e que trouxe uma Panasonic Lumix FZ20 para a pobre e velha m�e doente; hoje resolvi aproveitar o feriado para ver as modas por aqui e, sobretudo, estrear a c�mera -- que �, mesmo, tudo de bom. Daqui a pouco volto pra casa. Algu�m quer comprar uma Kodak DX6490? 18:48
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 Nerds e fashionistas: tudo a ver!Houve um tempo, entre os anos 80 e 90, em que Las Vegas era, com todo o respeito, ateologicamente (!), muito parecida com Meca. Durante uma semana, gente dos quatro cantos da Terra se dirigia para l�, enfrentando toda a sorte de percal�os, formando uma multid�o suarenta e compacta, que andava horas a fio, em filas intermin�veis, em busca do mesmo objetivo. A diferen�a � que Meca, sagrada, recebe os peregrinos mu�ulmanos do hajj, ao passo que Las Vegas, profana, recebia os nerds da Comdex -- uma feira de inform�tica de propor��es �picas, cuja import�ncia � quase imposs�vel explicar no mundo universalmente conectado de hoje. Ir ou n�o ir a Las Vegas era o divisor de �guas entre as pessoas que estavam por dentro e as que n�o estavam; as que tinham alguma no��o dos rumos do planeta e as que dependiam de relatos terceirizados para projetar seu futuro. Resultado: quem pretendesse ser algu�m no mundo da inform�tica, ou seja, o mundo todo, ia obrigatoriamente a Las Vegas, cumprir o rito anual -- ajoelhar-se nos estandes de novidades, benzer-se diante dos Gates da vida e, naturalmente, ir a algumas festas. Nos estandes viam-se prot�tipos de equipamentos sagrados e programas que ainda n�o eram sacralizados. Era assim, duvidem o que quiserem os �mpios. Nas confer�ncias, os cardeais expunham seus novos evangelhos e ditavam princ�pios, que, hoje vemos, transformaram o mundo. Logo depois, nas festas, fic�vamos todos de p�, cansados demais para mudar de lugar ou de posi��o, bebendo cerveja em copos de pl�stico, mas ainda discutindo sem cessar os novos mandamentos. Eu, que n�o bebo, perdia de cara a metade da farra; mas isso n�o tinha nenhuma import�ncia, j� que a verdadeira divers�o da Comdex era a ca�a aos brindes. * * * N�o havia expositor, por pequeno que fosse, que n�o distribu�sse bobagens aos participantes. Chaveiros, bonequinhos, canetas, canivetes, bolas, chaves de fenda, frisbees: havia de tudo no alegre festival das quinquilharias. Os mais f�ceis, em geral bon�s, eram freq�entemente atirados sobre os passantes; mas a�, claro, perdiam a gra�a. Como s�i acontecer, todos queriam os dif�ceis. Houve um ano em que o trof�u dos trof�us era a camiseta da campanha de um processador de texto. Para obt�-la, era preciso assistir � demonstra��o do software, que durava 15 minutos, e depois responder a algumas perguntas feitas pelos apresentadores. Ganhava-se no grito, literalmente. Pois o grandalh�o ao meu lado tanto fez e berrou que conseguiu uma delas, que saiu agitando em triunfo pelos corredores. Era Philippe Kahn, fundador e CEO da Borland, dono de uma das mentes mais brilhantes da ind�stria e de v�rios milh�es de d�lares, naquele momento mais invejado por ter descolado uma camiseta de dois tost�es do que por ter revolucionado o mercado. * * * Me lembrei muito desta cena durante a Fashion Rio. Apesar de ser o oposto exato de uma feira de computador, nela tamb�m um dos grandes baratos � correr atr�s das sacolas, bolsinhas, n�cessaires e outras bugigangas distribu�das nos estandes, digo, lounges . A �nica coisa que muda � a natureza dos brindes: os indefect�veis bon�s e chaves de fenda da Comdex, evento essencialmente masculino, d�o lugar -- para minha indiz�vel felicidade e imenso al�vio: enfim, coisas fofas! -- �s pulseirinhas e echarpes da femin�ssima Fashion Rio. No mais, nerds e fashionistas comportam-se exatamente da mesma forma, e t�m a mesm�ssima disposi��o para enfrentar as filas e tumultos que levam aos trof�us mais disputados. O fato de j� terem (termos!) incont�veis itens iguaizinhos em casa � detalhe � toa, de somenos import�ncia. Dignidade, o que � isso mesmo? Perd�o: n�o � indignidade. � volta � inf�ncia. � pessoal e � coletiva. Pois a verdade � que o tempo todo fingimos que somos altaneiros caras-p�lidas, enquanto continuamos peles-vermelhas, dan�ando e cantando o primitivo. N�o resistimos a espelhinhos e mi�angas. Queremos apito. * * * A discuss�o sobre o g�nero da palavra tsunami rendeu tantas mensagens que, a rigor, pod�amos come�ar tudo de novo, desta vez discutindo se, uma vez aportuguesada, tsunami leva ou n�o circunflexo. De acordo com o Caldas Aulete, que injustamente esqueci de mencionar, leva; e � substantivo masculino. Gra�as � leitora Suely Furokawa, no entanto, descobri o porqu� desta prefer�ncia aparentemente incompreens�vel dos dicion�rios: "Os substantivos s�o neutros em japon�s, por�m levam artigo masculino. Agora voc�s podem entender por que japon�s faz a maior confus�o com artigos, aqui no Brasil!" (O Globo, Segundo Caderno, 19.1.2005) 02:24
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19.1.05
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 Aeroporto 23:13
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Oi Multimidia
 Rumo a SP 23:05
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Oi Multimidia
19:02
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Oi Multimidia
17:19
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Oi Multimidia
17:17
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Iuhuuuuuuuuuuuu!!! Estou BESTA com o novo Picasa! � muito, muito, MUITO bom; preenche uns 90% das minhas necessidades gr�ficas e, provavelmente, 100% das necessidades de 90% das pessoas. Os meus 10% ficam por conta de pequenos detalhes em que o Photoshop ainda � imbat�vel. S� para brincar um pouco, peguei umas fotos a esmo e editei com ele. Endireitei, cortei, corrigi luz e tonalidade. Uma sopa. Criei um blog separado para essas fotos, porque ele tem uma ferramenta de postagem direta simpl�ssima de usar. A quem interessar, est� aqui; mas, antes de ir at� l�, baixem o Picasa. Continua gr�tis, por um desses mist�rios insond�veis da web. Suponho que esperam que as pessoas encomendem c�pias, mas mesmo assim � esmola demais. Valeu a dica, Camilo, muito obrigada! 04:56
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Quatro anos de atrasoNa BBC, vejo Condoleeza Rice dizer, com toda a candura, que "O tempo da diplomacia � agora". Ent�o t�. 01:33
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... �s 14 horas de hoje, o Museu dos Rios Brasileiros, conhecido popularmente pela designa��o de a Casa dos Vidros de �gua, localizado no que antigamente foi o Largo do Arouche, recebeu uma aflu�ncia fora do comum. De repente, para espanto dos vigilantes, centenas de pessoas come�aram a entrar e a se espalhar. Aparentemente, queriam apenas olhar os milhares de litros que continham as �guas dos rios, riachos, ribeir�es, nascentes, lagos, lagoas, fontes e olhos d'�gua de todo o Brasil.
A Casa dos Vidros de �gua foi o mais completo e admirado museu hidrogr�fico do mundo, apreciado 'por especialistas do universo inteiro que ali sempre fizeram suas pesquisas h�dricas. Organizado na d�cada de oitenta por cientistas da Universidade de S�o Paulo, do Rio Grande do Sul, do Esp�rito Santo e da Para�ba, teve a colabora��o de pesquisadores de todo o pa�s. A coopera��o popular foi grande. Levou-se doze anos para se atingir a perfei��o atual.
Em dezenas de salas, cada uma abrangendo uma regi�o, podia-se ver os litros, de colora��es diferentes, al�m de gravuras, fotos, mapas, gr�ficos, legendas. A biblioteca e a filmoteca completavam o conjunto. A discoteca guardava rel�quias, como o ru�do das cachoeiras, principalmente da Foz do Igua�u, o som da extinta pororoca, o murm�rio de regatos.
Quando os vigilantes se despreocuparam, relaxando a fiscaliza��o, tudo aconteceu. Em quest�o de minutos. Sem que houvesse qualquer chance de impedir. As pessoas passaram a abrir os vidros e a beber a �gua. Bebiam e se molhavam. Sa�am com as roupas ensopadas. Quando os Civiltares chegaram, minutos depois, sobrava um s� vidro fechado. A maioria dos depredadores fugiu, arrebentando portas e janelas. Alguns foram presos. Suspeita-se que tenham sido aliciados por alguma organiza��o. Sabe-se que no come�o da tarde espalhou-se o boato de que a Casa dos Vidros de �gua estava sem corpo de guarda. E que havia muita �gua estocada l� dentro. Li isso h� tanto tempo que esqueci. Hoje, passeando pelo Pacato Cidad�o, excelente blog da Deize, me reencontrei com o texto do Ign�cio de Loyola Brand�o, extra�do de N�o ver�s pa�s nenhum, passado num futuro em que tudo o que resta dos rios brasileiros est� no museu destru�do. � uma viagem, mas a gente que n�o se cuide... Afinal, houve um tempo em que 1984 tamb�m era s� fic��o. Grande lembran�a, Deize! 01:00
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18.1.05
Oi Multimidia
 Lucas 16:45
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"Uma onda gigantesca dirigia-se � Am�rica do Sul, a mais de 400 milhas por hora...""H� quase sessenta anos, Will Eisner (com assist�ncia de Jack Spranger) fez o desenho anexo, ocupando 3/4 de p�gina ("Tidal Wave", The Spirit no. 314, 02/06/1946, p�g.6).
Notar, na legenda, a velocidade que ele atribui � onda - e isso, repito, h� quase sessenta anos!
G�nio � g�nio." Esta quem mandou foi o Carlos Martins. Valeu, archivista! 13:59
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GMail: uma grande dica!Rafael Cotta fez uma descoberta e tanto, muito bom! 01:01
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17.1.05
 Um amigo fez esta foto minha na Fashion Rio e me mandou por telefone... 18:25
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GMail!Pessoas, h� alguns leitores do blog com convites para o GMail sobrando. Quem quer? Povo que tem convite, por favor repitam os seus nomes e emails aqui para que os que querem possam fazer contato, OK? Valeu! Update: O GMail � o sistema de e-mail do Google, que oferece 1Gb de espa�o gr�tis para o usu�rio. Isso significa que dificilmente a sua caixa postal vai estourar... Tem uma interface limpa e agrad�vel e funciona muito bem. Como eles est�o fazendo um crescimento controlado do sistema, s� se pode abrir conta tendo um convite. 15:28
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 Tati 15:08
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Beleza sem justa causaNa semana passada publiquei, na coluna do Info etc., uma sele��o de fotos das ag�ncias internacionais.
Pelo jornal passam, diariamente, umas 2.500 imagens: em geral celebridades da hora, pol�ticos, eventos esportivos, guerras, mis�ria e toda a sorte de infelicidade.
No meio deste mix habitual encontram-se, aqui e ali, momentos de beleza sem justa causa, ou seja: lindas n�o-not�cias de um mundo que tamb�m tem o seu lado bom.
Pois achei que ver um pouco disso seria �timo para come�ar a semana.
Nem me ocorreu trazer a coluna para c�: era coisa para papel impresso mesmo. O problema � que as fotos n�o foram publicadas na edi��o online do jornal, cujos leitores ficaram -- metaforicamente -- a ver navios...Mais n�o not�ciasCom exce��o de dois leitores que escreveram indignados, irritad�ssimos com as fotos bonitas, e dos leitores online, que ainda n�o podem v�-las (o sistema n�o permite a sua inclus�o), a coluna da semana passada foi um sucesso: houve at� quem sugerisse uma p�gina di�ria com o melhor do mundo, isto �, do... globo, ora! Sou a favor, claro. Acho uma pena que os bons momentos do planeta fiquem confinados �s cole��es das ag�ncias internacionais e ao nosso arquivo. Fa�o um repeteco do formato hoje, excepcionalmente, mas na semana que vem volto � vida digital -- antes que os leitores indignados tenham um ataque de nervos. Aos leitores online: h� um link para as fotos no meu blog. Desta vez, os instant�neos mostram, no sentido hor�rio, pescadores em Bucareste, meninos em Dakar e em Kabul, o barquinho de pesca em Sri Lanka, um cisne em Sarajevo, a cegonha negra coroada de um zoo espanhol, um macaquinho curioso em Buenos Aires, um gatinho na Jord�nia e uma fam�lia colorida e enregelada no zool�gico de Berlim. Para quem gosta de ver fotos bonitas, fica a dica: PBase, ponto de converg�ncia de bons fot�grafos do mundo todo. Confiram -- e participem. (O Globo, Info etc., 17.1.2005)02:29
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16.1.05
Oi Multimidia
 Dolce far niente 19:25
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Oi Multimidia
 Detalhe: ha um carona na rede... 19:19
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 Tsunami (Jap. / tsun�mi) sm. Geog. Onda gigantesca ou sucess�o de ondas oce�nicas que se deslocam em alta velocidade (podendo atingir mais de 700km/h), decorrentes de maremoto, erup��es vulc�nicas etc., e que t�m grande poder destrutivo quando alcan�am a regi�o costeira. Do Caldas Aulete, em nova e caprichada edi��o da Nova Fronteira. "Os substantivos s�o neutros em japon�s, por�m levam artigo masculino. Agora voc�s podem entender porque japon�s faz maior confus�o com artigos, aqui no Brasil! Sugiro ser democr�ticos e aceitar as duas op��es. Masculino quando se refere a maremoto e feminno quando � ondona." Da Suely Furukawa, aqui nos coment�rios. "Se a pron�ncia da palavra � com acento t�nico na pen�ltima s�laba (na), pelo inciso XII, Regra 3.�, do Formul�rio Ortogr�fico elaborado pela Academia Brasileira de Letras, em vigor h� mais de 60 anos, "Os voc�bulos parox�tonos finalizados em "i" ou "u", seguidos, ou n�o, de "s", marcam-se... com acento circunflexo quando nela figuram "e", "o" fechados ou "a", "e", "o" seguidos de "m" ou "n"..." Logo, se "tsunami" se pronuncia "tsun�mi", com o timbre fechado na pen�ltima s�laba, em que figura o "a" fechado, terminando o voc�bulo em "i", seguido de "s", n�o resta a menor d�vida de que, em portugu�s, a grafia correta � "tsun�mi" ou "tsun�mis". Do Sonilton Campos, tamb�m nos coment�rios. Assim, suponho, est� tudo esclarecido! Os dois dicion�rios (Houaiss + Caldas Aulete) obviamente deram a palavra por substantivo masculino por causa do g�nero no Jap�o, conforme explicado pela Suely. Como fica claro no verbete do Caldas Aulete, tsun�mi n�o � sin�nimo de maremoto, mas sim fen�meno decorrente de maremoto (e "erup��es vulc�nicas etc." -- muito embora eu nem goste de iumaginar que misteriosos cataclismas cataclismos n�o se esconder�o neste inocente "etc."...). E, naturalmente, seguindo o que est� no dicion�rio e na cuidadosa explica��o do Sonilton, confirmando desconfian�a antes manifestada pelo Jos� Luiz Fernandes, tem circunflexo no a. Este blog fecha com o indiscut�vel circunflexo, mas continua discordando do g�nero atribu�do pelo dicion�rio. Em portugu�s onda, ainda que avassaladora, � substantivo feminino, assim como uma "sucess�o de ondas". Para mim faz todo o sentido importar e aportuguesar este estrangeirismo t�o espec�fico, mas n�o faz sentido nenhum manter o g�nero que tem no Jap�o. 02:54
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15.1.05
Oi Multimidia
20:28
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Oi Multimidia
20:08
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Oi Multimidia
 Fashion Rio 19:53
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 Aten��o: � hoje!E vai ser um �timo programa... Neste s�bado, a partir das 19hs, Roda de Choro para o lan�amento das camisetas da Capivara, a Musa do Ver�o. No Centro Cultural das Aguas, Parque dos Patins, Lagoa, perto da colonia dos pescadores. Telefone: 2540.6855 16:20
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14.1.05
Ah, agora vai!De um dos releases que chegaram � mailbox do jornal: "Com intuito de incentivar o prazer pela leitura, a Secretaria de Estado da Cultura, dentro do programa S�o Paulo: Um Estado de Leitores, lan�a uma campanha publicit�ria em parceria com a ag�ncia DM9 e apoio da empresa General Optical. A jovem cantora popular Wanessa Camargo emprestou, sem qualquer custo, sua imagem para a iniciativa." 22:05
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Leo MartinsClique na charge e leia o artigo do Augusto Nunes: perfeito. 04:43
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O lado espada da Fashion RioHoje fui conhecer o lado business da Fashion Rio, afastado dos desfiles e da badala��o mas, sob muitos aspectos, mais interessante: imaginem estandes montados como verdadeiras lojas, em que j� se podem apreciar, hoje, as cole��es que s� v�o chegar �s lojas no inverno! Algumas das marcas expostas fazem desfiles, mas a maioria a gente conhece bem do dia a dia: Cant�o, Wollner, Rudge, Animale, Philippe Martin, Mariazinha... Esta ala � freq�entada pelos compradores de fora, que v�m basicamente fazer contato e ver as cole��es. O movimento � enorme, mas completamente diferente do fervo dos lounges. H� at� homens de terno e gravata na multid�o! Do que mais gostei: Da nova marca da Cant�o e, sobretudo, das novas roupas da loja. Lindas! Adoro a Cant�o, que acho a cara do Rio, e que faz parte das minhas lembran�as desde quando se chamava Cant�o 4. Naquela �poca eu tamb�m gostava muito da Company e da Yes, Brazil!. A Yes, em tese, n�o tinha nada a ver comigo, mas o dono, Sim�o Azulay, era meu amigo e uma das pessoas mais criativas que conheci. �s vezes ele ligava e dizia que tinha uma saia ou uma blusa que eram a minha cara -- e eram mesmo! O pre�o era impratic�vel, mas ele dava um desconto, parecelava em sei l� quantas vezes... e eu acabava caindo em tenta��o. Assim comprei algumas das minhas roupas mais bonitas.
Da cole��o da Rudge. Amo a Rudge, uma marca que sabe que h� mulheres com mais de 50 60 quilos no mundo que, apesar disso, precisam, de vez em quando, de umas roupinhas mais transadas.
Da garra da Philippe Martin, que andava meio por baixo, mas que est� voltando com tudo, cheia de brilhos e refer�ncias francesas. � dela, ali�s, o brinde mais criativo e cobi��vel da Fashion Rio, aquele abajurzinho que mostrei numa das fotos -- uma estrutura de ferro super simples, mas "vestida" com um jeans pequenininho, de verdade, igual aos irm�os grand�es. Muito bonitinho!
Por falar em brindes: uma coisa que sempre me intrigou foi o mist�rio das camisetas feias. Por que � que se faz tanta camiseta feia, se o custo � o mesmo de uma camiseta bonita? Essa d�vida aumenta monstruosamente durante o carnaval, quando a Brahma e outras empresas distribuem milhares de camisetas especialmente confeccionadas pelos mais famosos estilistas da pra�a -- todas absolutamente horrendas e imprest�veis fora dos camarotes!
Nunca entendi o por qu� disso.
H� algu�m na casa que saiba explicar a l�gica marqueteira das camisetas horrendas?
03:15
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13.1.05
Oi Multimidia
 O DJ da Oi 21:03
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Oi Multimidia
 A nova marca da Cant�o 19:47
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Oi Multimidia
 O abajur da Philippe Martin 19:45
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 Palmeiras imperiais do MAM 19:07
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Oi Multimidia
 Candel�ria 18:59
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 Cantral do Brasil 18:51
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 Tsunami, a palavraQuase ningu�m reparou, mas que nenhum jornalista se iluda ? h� sempre um leitor atento �s incongru�ncias do jornal. Desta vez, o leitor foi Marcus Holanda, que escreveu perguntando por que, enquanto O Globo inteiro falava na tsunami, a minha cr�nica falava no tsunami; e, sobretudo, por que, no meu blog, a mesma cr�nica aparentemente se contrariava, tratando a onda no feminino. A quest�o do blog � simples: l�, tsunami estava no feminino porque � assim que falo e, conseq�entemente, � assim que escrevo. A quest�o do jornal � mais complexa ? e bem curiosa. Acho que, com exce��o de meia d�zia de sism�logos, a tsunami pegou mesmo todo mundo de surpresa, sob todos os aspectos. Nos primeiros dias, o jornal a tratou no feminino porque, imagino, n�o ocorreu a ningu�m que pudesse ser de outra maneira. Apesar de ex�tica e pouco usada, a palavra designa uma esp�cie de onda e, at� segunda ordem, onda, em portugu�s, � substantivo feminino. * * *A tsunami permaneceu no feminino at� quarta-feira, dia em que esta cr�nica � fechada. Pela manh�, nosso ombudsman Luiz Garcia mandou um alerta � reda��o, informando que, de acordo com o Houaiss, tsunami � masculino. Por esquisita que seja, esta � a �nica forma oficialmente ?correta?, j� que o Aur�lio n�o registra o termo. Jos� Figueiredo, o atento colega que sofre com as minhas idiossincrasias, pega as bolas na trave e garante que esta cr�nica siga os padr�es da reda��o do Globo, prontamente corrigiu os artigos "errados" ? e o caderno foi rodado. � tarde, durante a reuni�o de editores, a quest�o foi discutida e o Houaiss acabou sendo voto vencido. Prevaleceu a id�ia, a meu ver inteiramente correta, de que dever�amos usar tsunami como a onda que �, independentemente do que diga o dicion�rio. O uso corrente da l�ngua tem um qu� de tsunami, uma for�a indom�vel que desafia regras e conven��es gramaticais; al�m disso, por sagrados que sejam, os dicion�rios n�o s�o infal�veis. Resultado: no dia seguinte, como nos dias anteriores, o notici�rio continuou dominado pela tsunami. Se o Segundo Caderno n�o rodasse no come�o da tarde e se, por acaso, eu n�o tivesse escrito sobre o assunto, ningu�m jamais teria sabido da d�vida atroz que, durante algumas horas, se abateu sobre o jornal. * * * Tenho uma rela��o muito particular com dicion�rios. Cresci junto com alguns deles numa �poca em que n�o eram criados em computador, mas em singelas fichas de cartolina, mantidas em ficheiros, gavetas e toda a esp�cie de caixas dispon�veis. L� em casa divid�amos o espa�o ? j� n�o muito grande ? com os tr�s dicion�rios em que meu pai trabalhava quase que simultaneamente: o de franc�s, o de prov�rbios latinos e o de cita��es. E, volta e meia, est�vamos com tio Aur�lio, melhor amigo de papai e meu padrinho, que trabalhava num dicion�rio da l�ngua portuguesa t�o grande, mas t�o grande, que precisava de um apartamento inteiro s� para ele. As fichas eram pautadas e vinham, em geral, da Papelaria Uni�o, um dos lugares m�gicos da minha inf�ncia: adorava ir �quela papelaria comercial, t�o pragm�tica e sem gra�a pelos padr�es das suas elegantes primas de luxo. Para mim, por�m, n�o havia nada sem gra�a na Papelaria Uni�o. Eu gostava de tudo naquela loja, do cheiro �s infinitas possibilidades de divers�o oferecidas pela mercadoria: pastas, latas de lixo para escrit�rios, fita durex, cart�es e cartolinas, rolos de papel pardo, l�pis, tesouras, resmas de papel alma�o, barbantes, cadernos, goma ar�bica... Papai colaborava com o dicion�rio do tio Aur�lio, que, por sua vez, colaborava com os dicion�rios do papai. Ambos cultuavam a palavra exata, apreciavam o desafio de uma boa defini��o e passavam horas imersos nas tais fichas. Na primeira linha, um pouco mais forte do que as outras, anotavam a palavra em si; nas outras escreviam sua defini��o e, eventualmente, faziam anota��es, refer�ncias a abona��es e o que mais houvesse. �s vezes, de tantas modifica��es, as fichas ficavam imprest�veis, e tinham que ser passadas a limpo. Antes que fossem postas fora, por�m, pod�amos usar o verso para desenhar. Eu ficava contente, por um lado, porque a cartolina era muito melhor de riscar do que o papel comum que habitualmente ganh�vamos; mas, por outro, ficava danada com as palavras do verso. Uma das grandes injusti�as do mundo, aos meus olhos de crian�a, era que s� os adultos pudessem usar fichas novinhas para brincar. * * * Manter as fichas em ordem alfab�tica era important�ssimo, j� que elas tinham um talento todo especial para se esconderem entre as outras. Vez por outra algu�m se distra�a e pronto, era o caos: onde encontrar a palavra perdida?! Muitas vezes vi meu pai desesperado, procurando por uma palavra. O que pode soar como met�fora radical para a maioria das pessoas, para mim era um fato normal do cotidiano e tinha um sentido real, palp�vel. Uma palavra era, literalmente, uma ficha de 12 x 18, pautada, da Papelaria Uni�o. (O Globo, Segundo Caderno, 13.1.2005)15:18
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Ca�a ao tesouroO cerumano, como diz a Bia B., � realmente um b�pede esquisito; em certas circunst�ncias, contenta-se com t�o pouco que chega a ser c�mico. Digo isso especificamente em rela��o � ca�a aos brindes de qualquer feira, das antigas Comdex de saudos�ssima mem�ria a eventos chiques como a Fashion Rio. Nas Comdex de Las Vegas vi, vezes sem conta, aut�nticos milion�rios pagando os maiores micos para conseguir camisetas, bon�s e bugigangas diversas; na Fashion Rio, vejo o povo elegante louco para conseguir os trof�us da vez. E, querem saber? � sempre muito divertido! Me lembro particularmente de uma Comdex em que, para ganhar a camiseta de uma empresa, voc� tinha que assistir a uma demonstra��o de software que durava uns 15 minutos, e responder, aos gritos, �s perguntas feitas pelos apresentadores. Ao meu lado estava Philippe Kahn, da Borland (que fim ter� levado?), que saiu do estande no maior entusiasmo por ter sido um dos contemplados. Acho que aquela foi a camiseta mais cara que j� vi. N�o tenho no��o do tamanho da fortuna que PK j� tinha �quela altura, mas com certeza 15 minutos do seu tempo dariam para comprar todo o estoque de uma loja de camisetas, se n�o a loja em si mesma. Na verdade, at� 15 minutos do meu tempo j� valiam mais do que a tal camiseta. E, no entanto, l� est�vamos n�s, n�o s� ele e eu, mas quase toda a Comdex, se revezando nas v�rias sess�es de demonstra��o. Nos �ureos tempos da bolha, a quantidade de quinquilharias que eu trazia para casa era um absurdo. Para que � que eu queria mais uma caneta? Mais um chaveiro? Mais um bon� horroroso? Sei l�. Mas l� vinha, na mala, aquela tranqueira toda. Na Fashion Rio � mesma coisa. Um dos grandes baratos � descolar as camisetas, sacolinhas, bolsas, necessaires e outras coisinhas distribu�das. H� filas de gente para qualquer brinde. E, por legais que eles sejam, � certo que todas aquelas pessoas j� t�m "N" itens iguaizinhos �queles. Quantas bolsas de praia tenho no arm�rio? Nem sei; mas sei que fiquei toda contente quando ganhei a linda tote bag do Ela (um dos melhores trof�us desta FR, at� porque vem com o livro da Patr�cia Veiga dentro), a sacolinha de pano da Oi e a de pl�stico branco, com al�as compridas, da L'Oreal. Isso para n�o falar na bolsa preta que o Gilson Martins fez para a Oi, t�o perfeita para andar de bicicleta que algu�m da Fam�lia Gato ficou com ci�me e fez pipi em cima. Ugh. Enfim, a verdade � que, no fundo, somos todos crian�as, felizes em ganhar presentes. Tenho pena dos poucos adultos de fato indiferentes aos brinquedinhos: eles n�o sabem apreciar as pequenas gra�as da vida. 04:47
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12.1.05
Oi Multimidia
 Virzi 20:20
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Oi Multimidia
 Sebrae 19:56
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Oi Multimidia
17:40
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Oi Multimidia
 Rossoni 17:29
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Oi Multimidia
17:06
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Oi Multimidia
16:43
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Enquanto isso, na mailbox do ministro...Exmo. Sr. Dr. M�rcio Thomaz Bastos, Ministro da Justi�a, Hoje j� � o 21o. dia da Opera��o Holocausto. O tempo passa. Freq�entemente aqueles no poder contam com essa passagem do tempo, para que certos fatos sejam esquecidos tanto pelos cidad�os como pela imprensa, essa grande for�a propagadora dos fatos. V. Exa. dever� voltar de suas f�rias em Nova York dia 17 deste m�s e, esperamos, ser� informado de que alguma medida tem que ser tomada, com rela��o ao Inqu�rito de nr. 133/2004, que se encontra parado na DELEMAPH. Uma autoridade tem obriga��o de investigar crimes e levar adiante inqu�ritos. Caso contr�rio, alguma infra��o h� de estar sendo cometida. � imposs�vel que num pa�s em que o pobre cidad�o caminha tr�pego por um verdadeiro cipoal de leis, n�o exista alguma que esteja sendo infringida, ante uma omiss�o. Para n�s, militantes, o tempo parou no �ltimo dia 21 de outubro, quando a rinha Clube Priv� Cinco Estrelas foi estourada pela brava equipe de policiais federais que havia recebido den�ncia de entidades protetoras de animais. Assim, pessoas que estavam no local indevido fazendo o indevido foram devidamente presas ou passaram a ser investigadas. Aqueles que no momento ocupam o Governo Federal apressaram-se a afirmar que a dilig�ncia havia sido orquestrada por motivos pol�tico-partid�rios. Se Niccol� de Machiavelli transpusesse o tempo e chegasse at� n�s, diria: "Essa gente se inspirou em minha obra Il Principe!" Pego em erro, o pr�ncipe ou um seu aliado sempre dever� atribuir o flagrante do crime a maquina��es mesquinhas de seus inimigos. Dessa maneira, os criminosos tornam-se v�timas, os her�is vil�es s�o queimados numa fogueira e a verdade acaba sufocada na fuma�a do esquecimento. Naturalmente, nos s�culos XV e XVI n�o havia uma imprensa �gil nem a internet. Nem guardi�es da lei. Por isso, V. Exa. pode ter a certeza de que as entidades protetoras de animais ficar�o atentas ao prosseguimento do Inqu�rito de nr. 133/2004. O tempo n�o apagar� os fatos de nossa mem�ria. Tamb�m lemos Machiavelli. Ana Maria Pinheiro Vice-presidente F�rum Nacional de Prote��o e Defesa Animal 01:34
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11.1.05
Oi Multimidia
 O melhor da Fashion Rio 20:51
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 Ufa! Achei um taxi... 20:09
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Oi Multimidia
19:25
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19:23
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Ali�s... O Luiz Garcia tamb�m escreveu sobre o assunto no Globo de hoje ("O programa Universidade para Todos � um equ�voco, a partir do nome"). Parece at� que estava aqui conversando com a gente... 17:06
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Tom explicaA discuss�o sobre ensino e elite continua l� embaixo. O Tom Taborda fez um coment�rio perfeito: O problema -- a meu ver -- � a peversidade embutida neste uso de 'Elite'.
Exemplifico:
Digamos que os melhores skatistas sejam chamados de 'Feras'. Gente como o Bob Burnquist, capaz de realizar manobras que me parecem 'humanamente imposs�veis', desafiando a Gravidade em cima de uma prancha com rodinhas, numa parede vertical.
As revistas de skate e os programas de TV exibem lindas fotos, incr�veis videos em c�mara-lenta destas manobras radicais, que servem de exemplo do grau de excel�ncia que um skatista pode alcan�ar.
No entanto, o p�dio, como sabemos, tem apenas tr�s lugares. Portanto, o n�mero de 'desclassificados' sempre ser� imensamente maior que o n�mero dos 'Feras'.
Digamos que uma revista, percebendo este fil�o e querendo agradar a maioria dos skatistas, comece a jogar mat�rias com insinua��es que "os Feras monopolizam o mercado", "os Feras abocanham todos os patroc�nios", "os Feras s�o filhinhos-de-papai" e assim por diante.
E come�am tamb�m a publicar mat�rias e produzir programas de TV onde qualquer um pode enviar seu v�deo se estabacando no ch�o, ou perdendo o equil�brio, inventando uma nova categoria, 'SkateStunt', apresentada como o m�ximo, legal e maneiro, uma esp�cie de JackAss do Skate. Com entrevistas e destaque. A coisa vai crescendo e chamam um c�mico tipo 'Ribamar' para ser o �dolo do SkateStunt. Depreciando ainda mais os 'Feras'.
Como qualquer um pode ser um completo incapaz em cima do skate, o programa � um sucesso, abarrotado de fitas enviadas por uma multid�o de SkateStunts. Alguns at� conseguem patrocinadores e viver disso. A���� galera naum t�im pr� maix ningu�im.
A incompet�ncia consegue assim mais p�blico e destaque que mostrar manobras que poucos conseguem fazer. O 'p�dio' � do tamanho do p�blico. Todos cabem nele, o grau de exig�ncia � t�o baixo que n�o h� exig�ncia alguma. Sendo lan�ada uma campanha "P�dio para Todos".
Resultado: ningu�m mais busca a supera��o, e sim a mediocridade. Pega mal, ser 'Fera'.
� por isso que chamei de perverso demonizar o que era Elite.
O exemplo acima -- reconhe�o -- � tosco e simpl�rio. Mas, acredite se quiser, � exatamente isso que vem acontecendo com a desmoraliza��o do que � Elite. Para alguns autores, � uma propaganda consciente, intencional e proposital; para outros, um cacoete de efeito, sem pensar muito nas consequ�ncias.
Basta prestar aten��o nos 'exemplos' que pontuam a nossa cultura de comunica��o de massa hoje em dia. Predominam os 'SkateStunts' em tudo quanto � �rea.
Se qualquer um, "coitadinho", merece subir ao p�dio que valor, que m�rito ter� este p�dio? (Tom Taborda)
16:57
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SOS Aut�dromoCome�o a me arrepender de n�o ter votado no Crivella para prefeito. Update: Gente, pelamordedeus, isso foi apenas modo de dizer! Escolhi o pior justamente para dar �nfase ao meu sentimento. O diabo � que, diante do quadro das elei��es passadas, eu continuaria tendo que votar no Cesar Maia, porque, infelizmente, ele era a �nica op��o vi�vel. Votar na Jandira, por exemplo, de quem gosto muito, apenas ajudaria a eleger o Crivella. Votar na pessoa que a gente prefere nem sempre � a melhor sa�da. Temos um exemplo hist�rico bem pr�ximo: se um monte de americanos politicamente corretos n�o tivesse votado no Ralph Nader em vez do Al Gore, o mundo n�o estaria hoje entalado com esta praga que � o Bush. 05:53
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 CapifashionA Giselle que me desculpe, mas n�o tem para mais ningu�m. Fashion mesmo, no Rio, � a Capivara!  O Centro Cultural das �guas, onde acontece a exposi��o de fotos da Musa do Ver�o, lan�ou uma cole��o de camisetas lindinhas, com design de Egeu Laus e ilustra��o de Romero Cavalcanti. A� est�o os tr�s primeiros modelos, mas h� outros no forno.  O CCA fica na Lagoa, no Parque dos Patins, ao lado da Col�nia de Pescadores. As camisetas podem ser compradas l� mesmo, a R$ 20. 05:05
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Oi Multimidia
 Home is the sailor home from the sea 03:45
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 Eu vou, eu vou, pra casa agora eu vou... 03:12
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10.1.05
Oi Multimidia
 A camiseta do dia 23:40
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Oi Multimidia
 Gato desmaiado de calor 17:29
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9.1.05
Oi Multimidia
 Elisa Lucinda, Cora, Ney e Lucelia Santos 00:39
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Oi Multimidia
00:21
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8.1.05
Oi Multimidia
 Pipoca 14:27
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Nervos de a�oUm dos meus romances favoritos � "The Loved One", the Evelyn Waugh. Cen�rio? Os bastidores de uma funer�ria. N�o eram duas caveiras que se amavam, mas dois embalsamadores. E a gente morre de rir ri �s pampas. Pois acabo de chegar do Flickr, onde fiz uma das viagens mais perturbadoras. Visitei um dos �lbuns de uma mo�a de 28 anos, que atende por Underbunny, e � embalsamadora. Fotografa detalhes do seu cotidiano. O diabo � que as fotos s�o lindas de morrer extraordin�rias. Underbunny tem uma cultura visual fora do comum, um olhar surpreendente e, acima de tudo, um senso de humor fino e pungente. � incr�vel como consegue encontrar beleza num cen�rio onde a maioria de n�s s� enxergaria o horror. Penso nisso, e n�o consigo deixar de fazer a analogia com tanta gente que, cercada de beleza, prefere, invariavelmente, ver o lado ruim. Cada ser tem sonhos � sua maneira...04:04
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7.1.05
Oi Multimidia
21:30
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Oi Multimidia
21:02
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Oi Multimidia
 Lar doce lar 17:37
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ConvitePessoal, � hoje! Transcrevo o release: O Centro Cultural das �guas (CCA) inicia sua programa��o de 2005 com uma exposi��o, literalmente, de peso: CAPIVARA DA LAGOA: A MUSA DO VER�O. A partir da pr�xima sexta-feira (07/01), estar�o � mostra cem fotos da gorda roedora, que conseguiu superar, com seu charme e carisma, manequins de corpos e bronzeados exuberantes, tornando-se a musa deste ver�o no Rio de Janeiro.
S�o fotos de profissionais e amadores do dia-a-dia do animal que h� aproximadamente dois anos apareceu na Lagoa Rodrigo de Freitas, escolhendo-a como seu habitat. Os visitantes poder�o conhecer flagrantes de rara beleza da intimidade da musa que acabou transferida para a Baixada Fluminense, depois de sua frustrada experi�ncia como Garota de Ipanema, ao tentar aventurar-se ao mar, na Zona Sul.
Depois de observar as fotografias -- copiadas e ampliadas pela De Pl� -- e ler os textos escritos por leigos e especialistas, espalhados pelo sal�o do CCA, o visitante poder� tamb�m manifestar sua opini�o sobre a transfer�ncia da capivara. As manifesta��es contr�rias ou favor�veis ao novo habitat da embaixadora da Lagoa poder�o ser deixadas por escrito no pr�prio Centro Cultural ou enviadas por e-mail.
Nos fins-de-semana � noite, ser� exibido o curta-metragem CAPIVARA!, de Felipe Nepomuceno e Felipe Sussekind, que conta a hist�ria do aparecimento da capivara na Lagoa Rodrigo de Freitas. Produ��o independente da ZR1 filmes, o v�deo investiga sua exist�ncia e narra uma s�rie de lendas criadas em torno dela, tendo como fio condutor entrevistas com pescadores, vendedores ambulantes, bi�logos, bombeiros e freq�entadores da orla da Lagoa.
Haver� uma exibi��o extra do curta-metragem no dia da inaugura��o (07/01), a partir das 19h.
A exposi��o CAPIVARA DA LAGOA: A MUSA DO VER�O fica em cartaz at� o dia 6 de fevereiro. Ser�o exibidas tamb�m as sugest�es de nomes para a roedora, depositados em uma urna no CCA. No �ltimo dia de exposi��o, ficar� � mostra o resultado final de votos a favor ou contra a transfer�ncia da capivara. O Centro Cultural das �guas est� aberto � discuss�o e acredita que sem isso n�o ser� poss�vel chegarmos a um consenso sobre o que � melhor para o animal.
O evento faz parte da programa��o do Projeto �gua Viva, uma parceria entre a Serla (Superintend�ncia Estadual de Rios e Lagoas), o Instituto Vivo e a ONG Produ��o Solid�ria. O Centro Cultural das �guas � o espa�o ideal para a discuss�o de temas relacionados � preserva��o das �guas e � pr�tica da educa��o ambiental.
Centro Cultural das �guas: Parque dos Patins, Lagoa Rodrigo de Freitas (pr�ximo � Col�nia de Pescadores Z-13) Informa��es: 21 2540-6855 Hor�rio: Qua a sex, das 10h �s 18h30 S�b e dom, das 10h �s 21h Entrada franca Hoje, excepcionalmente, numa cortesia do quiosque Palaphita Kitch, as capiv�rias coloridas do Pojucan v�o dar um passeio do Cantagalo ao Parque dos Patins, para abrilhantar a inaugura��o da exposi��o. Venham todos, mesmo os que n�o acham gra�a na Capivara: garanto que depois de ver tantas fotos bonitas e engra�adas voc�s v�o mudar de id�ia... 03:19
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Bia pergunta:Algu�m j� teve problema com formiga no computador? Som? Aparelho de tv? Videocassete? 03:10
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Dos coment�riosGosto muito de conversar com a Bia Badaud, que � sensata, sabe das coisas, escreve bem e � mais enfezada do que eu, o que sempre � bom para treinar a ret�rica. Bia B: se as pessoas 'escutassem sinais', fariam dieta e exerc�cios, ao inv�s de procurar p�lulas milagrosas de emagrecimento.
se escut�ssemos a natureza, n�o jogar�amos pra dentro do corpo lixo industrial como coca cola, e toda aquela tralha com aromatizante, edulcorante, aromatizante.
se tiv�ssemos bom senso n�o destruir�amos o meio ambiente em troca de moedas, como sempre fizemos.
ter�amos aprendido alguma coisa com as bombas at�micas no jap�o, mas aquela cat�strofe, serviu pra alguma coisa? nadica. n�o enxergar sinais desse tamanho n�o � caracter�stica de uma esp�cie de futuro.
e, sinceramente... por que ningu�m fez campanha de coleta de alimentos pros africanos miser�veis, que aparecem esquel�ticos na tv, de vez em quando, com moscas pousando nos l�bios?
sinceridade. tive pena das pessoas l�, mas tem coisas que me deixam de mau humor.
Cora: J� pensei muito sobre este problema dos africanos tamb�m, Bia. A impress�o que eu tenho � que o mundo desistiu emocionalmente da �frica: o dinheiro � sempre desviado, a ajuda nunca chega aos necessitados, as guerras continuam, tribos se matam e mutilam... � um desconsolo s�, uma situa��o de guerra end�mica que desanima qualquer um.
No caso da tsunami h� o efeito surpresa, o inesperado da trag�dia, a dimens�o. Numa segunda ou terceira tsunami n�o sei se o aux�lio chegaria a uma fra��o do que est� sendo.
Depois, mal ou bem, as pessoas atingidas agora viviam em sociedades que funcionavam: aldeias de pescadores, pequenas cidades, essas coisas. N�o eram ricos, mas iam vivendo. � poss�vel acreditar que, com a ajuda externa, algum dia reconstruir�o o que for poss�vel e seguir�o suas vidas.
Acho que esta cren�a j� n�o existe em rela��o � �frica, infelizmente. Bia B: ... assim como mendigos em geral e crian�as drogadas dormindo nas ruas tamb�m 'n�o funcionam', por isso n�o vale a pena ajud�-los...
n�o estou sendo ir�nica, ao contr�rio, agrade�o sua resposta.
� mesmo, a gente geralmente tem mais boa vontade de ajudar a quem n�o precisa.
acho este racioc�nio t�o realista... porque � exatamente como somos. n�o paramos pra questionar um modelo de sociedade que gera popula��es invi�veis, na �frica, aqui no Rio, no mundo.
seguimos em frente, como diz a m�sica do guilherme arantes, 'se h� uma crise l� fora, n�o fui eu que fiz'.
n�o sei se � certo ou errado, se � lei de sele��o natural ou falta de exerc�cio de humanidade por parte da humanidade. s� sei que � assim.
fico pensando o que acham disso as pessoas invi�veis, ou desinteressantes para o sistema. na boa.
Cora: N�o � bem que a gente ajude a quem n�o precisa; aquele pessoal l� na �sia est� precisado at� demais. Mas l�, imaginamos, a ajuda vai ser �til e vai resolver alguma coisa.
A ajuda vai ajudar.
O que desanima � a completa inutilidade da ajuda que n�o resolve nada. Voc� hoje manda 50 d�lares para a �sia, e h� uma boa probabilidade de que este dinheiro, ou parte dele, de fato seja aplicada na reconstru��o da �rea devastada. Mas mandar 50 d�lares para a �frica equivale a jogar o dinheiro fora ou, pior, a refor�ar o caixa dos donos da guerra, que usam a fome da popula��o como arma.
Quanto aos meninos de rua, sinceramente, acho que muito dos que est�o por a� n�o t�m salva��o. S�o filhos e talvez netos de crian�as de rua, que cresceram sem qualquer no��o de estrutura familiar ou social. Est�o perdidos.
Podemos tentar salvar as futuras gera��es; mas isso n�o vai ser feito nem com esmola nem com demagogia.
A �nica coisa que, a meu ver, pode dar jeito no problema, � criar um sistema de ensino decente, uma escola b�sica de verdade, e n�o a mentira que se vende como ensino b�sico, em que todos os alunos passam de ano automaticamente e saem da escola t�o ignorantes quanto entraram.
Sem educa��o � in�til querer pensar no resto.
Discutir ensino universit�rio num pa�s como o nosso � fazer cortina de fuma�a, � fugir do x da quest�o. Cotas, n�o cotas, universidade para todos -- tudo in�til.
A grande reforma da educa��o, que j� deveria ter come�ado h� muitos anos, se resume a bom ensino b�sico, bom ensino b�sico, bom ensino b�sico. E bom ensino b�sico.
Eventualmente se poderia discutir tamb�m um ensino m�dio de qualidade; mas a triste realidade � que quando a base est� podre n�o h� estrutura que se sustente.
Tem que mudar tudo, a come�ar pela prepara��o e pelos sal�rios dos professores. Computador na sala de aula � muito bom e muderno, mas sem um bom professor, respeitado pelos alunos, n�o adianta xongas. Trouxe para c� porque esses coment�rios j� est�o l� embaixo e acho o t�pico importante. Para quem acha que este blog anda falando demais de bichos, ta� uma oportunidade de discutir humanos... 01:49
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6.1.05
Ziglobe
18:04
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    Pedras sonhando o p� na mina Pedras sonhando com britadeiras Cada ser tem sonhos � sua maneira
(Noite Severina, de Lula Queiroga e Pedro Lu�s) Vagabundo, com Ney Matogrosso e Pedro Luis e a Parede, n�o sai do meu som h� dias. � bom demais. O show volta ao Canec�o neste fim-de-semana, e acreditem: � imperd�vel. As fotos s�o de quando vi o show pela primeira vez, no ano passado. 15:25
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 Ainda a tsunamiSe a humanidade tivesse ju�zo, dedicava-se ao Grande Mist�rio: como � que os bichos escaparam?N�o h� outro assunto. A despeito da overdose de m�s not�cias com que nos brinda, todo santo dia, o mundo globalizado, nunca se viu nada como essa tsunami, que varreu do mapa tantos lugares e pessoas. Segundo o Guinness Book, j� aconteceram terremotos e inunda��es diversos ao longo dos s�culos em que maior n�mero de v�timas foi registrado -- por acaso, sempre na China, campe� absoluta de calamidades. Mas a China � longe, e mais longe ainda � a dist�ncia do tempo, que transforma qualquer desgra�a em simples curiosidade hist�rica. A onda horrenda do fim do ano foi a primeira cat�strofe de propor��es b�blicas a ser devidamente registrada, filmada e transmitida, em tempo real, para todos os cantos do planeta. Mal terminara de sugar a vida para o mar, j� sugava todas as aten��es para os jornais, para a Internet, para a televis�o. Diante das not�cias que v�m da �sia, tudo se torna trivial, por tr�gico que seja, dos homens bomba que explodem no Iraque ao inc�ndio em Buenos Aires. � que nada que seja feito pela m�o do homem consegue superar, em potencial de espanto, a natureza em f�ria. No mal que os homens fazem h� sempre um prop�sito ou uma ignor�ncia reconfortantes, ou seja: a estupidez e a maldade trazem as suas pr�prias respostas embutidas e, com elas, uma centelha min�scula de esperan�a. Hoje, o horror da destrui��o; amanh�, quem sabe, a descoberta da paz e da harmonia. Enquanto assist�amos � queda das torres do World Trade Center, ignor�vamos quem era o autor do atentado ou o que o levara a isso; mas ningu�m duvidava de que ali estava uma express�o suprema da perversidade humana, este horr�vel defeito que trazemos de nascen�a mas que -- olha a esperan�a a� -- um dia, talvez, se possa consertar. Que resposta nos traz, por�m, um maremoto? Ele � inocente e puro, n�o existe como pessoa f�sica, jur�dica ou celestial; n�o tem segundas inten��es, ou reivindica��es de qualquer esp�cie. Ao mesmo tempo, ao contr�rio de tantas inunda��es e deslizamentos de terra, n�o pode sequer ser atribu�do ao nosso descaso com o meio-ambiente. E a�, em �ltima inst�ncia, a tsunami mexe tamb�m com a nossa orgulhosa suposi��o de que, mais cedo ou mais tarde, a humanidade dar� um jeito de destruir o planeta. Pois o planeta acaba de dar um chega-pra-l� na humanidade e avisar que dispensa o aux�lio; ele tem plena capacidade de se destruir sozinho, obrigado. E n�o est� nem a�. * * *A quantidade de mist�rios, d�vidas e quest�es filos�ficas que a tsunami jogou na praia � proporcional aos estragos que fez. Nem � necess�rio chegar � exist�ncia, suposta bondade e motiva��es do Grande Arquiteto; s� o fen�meno dos animais, salvando-se sabe-se l� como, j� � motivo suficiente para mais reflex�o e questionamento do que tudo o que se escreveu do 9/11 para c� a respeito das rela��es entre Ocidente e Oriente. Apesar de todo o progresso tecnol�gico, pode ser que a chave da nossa sobreviv�ncia como esp�cie esteja na compreens�o deste singular epis�dio. Que misteriosa qualidade de previs�o � esta que os animais conservam e que n�s perdemos? Ter�o todos eles a mesma capacidade de fugir a tempo dos terremotos, ou os que n�o a tem sabem ler, nos outros, os sinais do perigo? Como foi que nos afastamos dessa maneira dos demais habitantes do planeta? Ser� que foi isso que aconteceu com os dinossauros? Seremos n�s, humanos, os pr�ximos dinossauros? A prova definitiva de que h� algo profundamente errado conosco � a pouca aten��o que se deu a isso: apenas uma not�cia solta, sem continuidade ou investiga��o. Daqui a alguns meses, quando Hollywood estiver lan�ando um filme sobre a tsunami servindo de pano de fundo para um romance entre Leonardo Di Caprio e Kate Winslet, pode ser que a National Geographic esteja levando ao ar um document�rio sobre o Mist�rio dos Bichos. Deve fazer muito sucesso, sobretudo entre as crian�as, como mais uma das Maravilhas do Reino Animal; mas logo os adultos estar�o se dedicando a assuntos supostamente mais s�rios. * * *Enquanto isso, neste pa�s aben�oado, que n�o tem tsunamis nem escala Richter, passou praticamente despercebida a not�cia de que o Marqueteiro Mor comemorou a chegada do Ano do Galo com uma festa de arromba na sua rica mans�o de Salvador. Para o ministro Antonio Palocci e o senador Aloizio Mercadante, que muito se divertiram na companhia de Duda Mendon�a e de seus Roman�e Conti, o crime obviamente compensa. N�o houve not�cia de onde passaram o r�veillon os intr�pidos policiais que prenderam Duda na rinha de galos; a eles, no entanto, desejo um Feliz Ano Novo. Quem sabe um dia a gente tenha a satisfa��o de viver num Estado de direito, em que a lei seja igual para todos, e em que os criminosos sejam punidos, em vez dos policiais que os investigam. * * *Elas chegam ao entardecer, como as de verdade, assim que o quiosque � aberto. S�o as capivaras coloridas do Pojucan, cada uma mais linda que a outra, alegrando o Palaphita Kitch, no Corte do Cantagalo. O esp�rito carioca, apesar de tudo, sobrevive. Viva! (O Globo, Segundo Caderno, 6.1.2005)03:17
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A carta de hojeExmo. Sr. Dr. M�rcio Thomaz Bastos, Ministro da Justi�a, Hoje � o 15 dia da Opera��o Holocausto, que fraturou as carreiras de quatro bravos policiais federais, que estouraram a rinha de galos Clube Priv� Cinco Estrelas. Al�m de terem prendido entre outros delinq�entes o Sr. Duda Mendon�a, a equipe investigava, pelo inqu�rito Nr. 133/2004, outros criminosos distribu�dos por v�rios pontos do Brasil. A equipe foi desmantelada. O Ministro da Justi�a n�o pode lavar as m�os, como P�ncio Pilatos. O Delegado Dr. Lorenzo Pomp�lio da Hora, que j� estava isolado, foi finalmente transferido, segundo not�cia do Jornal do Brasil de hoje, para a Delegacia de Repress�o a Crimes Previdenci�rios.
"Neste in�cio de ano, o Delegado Rayol ganhou uma sala na Delegacia de Patrim�nio", diz o JB. Continua o jornal: "O procurador da Rep�blica Rodrigo Ramos Poerson pediu informa��es � pol�cia. Existe a suspeita de que a equipe esteja sofrendo repres�lias pela a��o contra a rinha de galos."
O jornal afirma que h� suspeita. Para n�s, do movimento de prote��o animal, h� certeza. A reportagem continua: "No lugar de Rayol e Lorenzo, assumiu a DELEMAPH o Delegado Deuler da Rocha Gon�alves J�nior." Surge, ent�o, um d�j� vu: "Deuler investigava a privatiza��o do Grupo Telebras, em 1998, quando foi afastado do cargo. ... Na ocasi�o, a Pol�cia Federal informou que a sa�da do delegado do caso era um "ato de rotina". Que pa�s! Como podemos exigir que os policiais investiguem fatos denunciados, se toda a vez que incomodam um poderoso de plant�o s�o afastados por algum "ato de rotina"? Como podemos esperar que o atual delegado, que j� sofreu afastamento anterior, se sinta tranq�ilo para levar avante as investiga��es, se de um momento para o outro pode ser transferido para a Floresta Amaz�nica? A reportagem prossegue: "Nas m�os da pol�cia est� agora o desmembramento do caso iniciado pela antiga equipe." Este � justamente o Inqu�rito de Nr. 133/2004 que mencionamos todo dia. Se o Delegado Geral da Pol�cia Federal ou o Delegado Executivo do Rio de Janeiro decidiram remover uma equipe que j� estava envolvida numa investiga��o que interessa sobremaneira �s protetoras de animais apenas por um "ato de rotina", data venia, n�o se trata de ato sensato ou eficiente, de interesse do contribuinte, mas sim voltado para a desmotiva��o e insucesso de qualquer equipe policial.
Por isso � que muitas investiga��es n�o se concluem: quando os policiais se envolvem no trabalho e encostam num amigo do rei, vem um "ato de rotina" e muda a equipe. Os policiais tamb�m s�o brasileiros e agora vejo de perto que devem estar com a auto-estima muito baixa...
Como cobrar motiva��o deles? Sal�rios baixos, expostos a perigo, sem equipamento de trabalho, constantemente acuados... O Sr. Duda Mendon�a vai precisar fazer uma campanha publicit�ria motivacional especial para eles. O jornal conclui: "A previs�o era que fossem chamadas para depor cerca de cem pessoas encontradas no interior do clube de brigas de galo no dia da a��o policial."
Pois �, Senhor Ministro, � o tal Inqu�rito de Nr. 133/2004 do qual tanto falamos. As ONGs protetoras de animais v�o prosseguir com essas mensagens di�rias, para ver como v�o ser intimadas e interrogadas essas pessoas. Este vai ser o Ano do Galo. Ana Maria Pinheiro Gente, eu amo essa mulher! 02:16
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Oi Multimidia
Keaton 01:20
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5.1.05
Iuhuuuuuuuu!!!Gravadoras perdem outra vez na Justi�a
A ind�stria fonogr�fica americana sofreu nova derrota na Justi�a. Por 2 votos a 1, a Corte de Apela��es de St Louis confirmou decis�o anterior que diz que as gravadoras n�o podem obrigar os provedores de internet a identificar os usu�rios que fazem download de m�sica. Em dezembro de 2003, a Corte de Apela��es em Washington j� tinha se posicionado contrariamente a reivindica��o da RIAA, Recording Industry Association of America, que representa as maiores gravadoras dos EUA. (Not�cia da AP) 18:11
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Oi Multimidia
 Mosca 16:40
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 Gente, olha que maravilha! Ganhei do Segmund: l� estou eu, clicando a Capivara numa Lagoa pr�-tsunami. Gostei tanto! :-)02:19
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4.1.05
 Objeto de desejoA esculturinha acima � um prosaico telefone sem fio -- s� que da Bang & Olufsen, que transforma os objetos mais triviais em obras-primas de design. J� est� � venda no Brasil mas, segundo o release, pre�o s� sob consulta -- e agora estou muito ocupada para descobrir que ele est� totalmente fora do meu alcance. Agora, que � lindo, l� isso �, n�? 20:19
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Da mailbox do ministroTodos os dias, o ministro M�rcio Thomaz Bastos v�m recebendo emails de militantes de grupos de defesa animal. S� quero ver at� quando vai continuar ignorando a sua (dele) correspond�ncia. Aqui est� o que a formid�vel Ana Maria Pinheiro enviou ontem: Senhor Ministro, Hoje � o 13o. dia da Opera��o Holocausto, que sacrificou as carreiras de quatro bravos policiais federais, que estouraram a rinha de galos Clube Priv� Cinco Estrelas. Al�m de terem prendido entre outros delinq�entes o Sr. Duda Mendon�a, a equipe tinha aberto o inqu�rito Nr. 133/2004, que investigava outros delinq�entes distribu�dos por v�rios pontos do Brasil, envolvidos em maus tratos a animais atrav�s desse sangrento, cruel e cafona jogo de apostas, atividade t�pica de gente do submundo. Recebemos informa��es pela imprensa de que V. Exa. foi passar f�rias em Nova York com seus familiares, retornando apenas no dia 17. Para n�s, do F�rum Nacional de Prote��o e Defesa Animal, isto n�o faz nenhuma diferen�a, pois sempre haver� um assessor pondo V. Exa. a par da correspond�ncia recebida. Al�m do mais, automaticamente nossa mensagem dirige-se a quem estiver exercendo interinamente a fun��o de Ministro da Justi�a. Quem sabe at� o ministro interino n�o ver� com mais preocupa��o o ato execr�vel perpetrado pelo seu subordinado, Diretor Geral da Pol�cia Federal, Dr. Paulo Lacerda. Portanto, continuamos com nosso envio de mensagens di�rias, conforme prometemos, at� que a DELEMAPH volte a funcionar com os quatro policiais afastados sem nenhuma justificativa �tica. O importante � que n�o vamos nos calar enquanto a justi�a n�o for feita. Somos militantes e a esses paci�ncia e perseveran�a n�o faltam. Decidimos no ano de 2005 dedicar nossa aten��o � cultura da infra��o, representada neste caso pela aceita��o pl�cida �s rinhas de galo, embora sejam um crime. At� um juiz da 5a. Vara de Recife decidiu h� dias permitir o funcionamento de uma rinha local, em senten�a esdr�xula, que merecer� uma representa��o ao MP de Pernambuco. Lemos tamb�m num �rg�o da imprensa a seguinte not�cia: Soltando penas
Duda Mendon�a quer entregar logo � editora o seu livro sobre o epis�dio de sua pris�o numa rinha de galo.
Promete revela��es fant�sticas envolvendo a a��o da Pol�cia Federal no caso. � briga de galo grande. A certeza da impunidade de Duda Mendon�a, r�u confesso, � t�o grande, que o galista-m�r da Rep�blica se acha no direito de refor�ar sua confiss�o lan�ando um livro e ainda amea�a fazer den�ncias contra os policiais que o prenderam. Senhor Ministro, por mais fascinante que a grande obra liter�ria de Duda Mendon�a possa ser, n�o chegar� aos p�s do Inqu�rito Nr. 133/2004, bem mais abrangente, que est� parado na DELEMAPH porque essa delegacia foi desmantelada. Esta vergonha tem que acabar. Ana Maria Pinheiro Vice-presidente F�rum Nacional de Prote��o e Defesa Animal 04:39
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Oi Multimidia
00:06
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3.1.05
Oi Multimidia
22:54
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Nossos comerciaisDurante o fim-de-semana andei dando uma limpada no template e no blog, que est� no limite do tamanho; preciso apagar posts e fotos antigos para postar novos. Acho que este ser� o ano em que o internETC. mudar� de endere�o. Ainda n�o sei quando vai se realizar esta opera��o, nem para onde vai o blog, mas tudo aponta nesse sentido. Teremos, portanto, alguns momentos de turbul�ncia tecnol�gica a bordo. Aproveitei que estava com a m�o na massa e instalei a� ao lado um link pro Buscap� -- que, de acordo com as informa��es obtidas aqui nos coment�rios, � a forma mais segura de fazer uma caixinha. Funciona assim: cada vez que voc�s quiserem fazer uma pesquisa de pre�os em estabelecimentos na internet, fa�am a partir do blog. A cada busca, entram cinco centavos de reais para a conta. A verdade � que, no fundo, todos esses pinga-pingas s�o quebra-galhos. O ideal seria ter um bom patrocinador, mas sou um desastre de marketing e gerenciamento. Portanto, se algu�m souber de alguma empresa que ache legal patrocinar um blog, ou se algu�m quiser assumir este lado, podemos conversar. Afinal, seria muito legal se 2005 fosse, tamb�m, o ano em passei a ganhar dinheiro com blog -- em vez de gastar. 16:29
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  "An affair to remember..."Minha primeira impress�o da Olympus C-8080 Zoom foi excelente: a c�mera � bonita, s�lida, bem constru�da, boa de pegar. Minha segunda impress�o foi triste: as fotos sa�ram super-expostas, sem defini��o, com cores p�lidas. Muito frustrante! N�o era o desempenho que eu esperava de c�mera t�o promissora. T�nhamos pouco tempo para nos entendermos, apenas quatro dias, e em condi��es particularmente dif�ceis de trabalho. � que peguei a m�quina do Nelson, que a estava oficialmente testando, e a levei comigo para Rond�nia, quando fui ver as filmagens de "Mad Maria". Nunca viajo de sapato ou m�quina fotogr�fica novos, mas esta chance era t�o especial que resolvi mandar a prud�ncia �s favas. Como leitura de bordo levei o manual, porque de "user-friendly" a C-8080 n�o tem nada: ela definitivamente n�o � a c�mera para quem quer apontar, disparar e se deliciar com as fotos, sem se preocupar com nada. * * *O primeiro dia no set foi um desastre. As condi��es de luz eram complicad�ssimas, com contrastes muito acentuados entre o que o sol iluminava e o que as �rvores encobriam. Apanhei at� mesmo com as fi�is Sony P-10 e Kodak DX6490, mas com a C-8080, sinceramente, n�o tive um s� momento de alegria. Por outro lado, a experi�ncia foi muito importante para me orientar em rela��o ao que precisava conhecer melhor na c�mera. Resultado: � noite, em vez de me deliciar com "Mad Maria", do M�rcio Souza, que estava relendo para entrar no clima das grava��es, continuei �s voltas com o manual ? desta vez lado a lado com a m�quina. No dia seguinte, mais familiarizada com a C-8080, pude come�ar a me divertir com ela. Para ficarmos realmente �ntimas, imagino que precisar�amos de pelo menos mais duas semanas de conv�vio; mas o breve tempo que passamos juntas foi suficiente para que eu percebesse as infinitas possibilidades que ela oferece a quem se disp�e a conhec�-la. Gostei particularmente de algumas caracter�sticas desta espl�ndida c�mera. A velocidade de resposta � sensacional, praticamente t�o r�pida quanto a de uma c�mera tradicional; tanto o visor quanto o display s�o claros e bons, mas, curiosamente, usei mais o visor do que o display ? talvez por causa do pr�prio design da c�mera, talvez por causa do peso, talvez por causa da luz complicada em que trabalhava. O display, basculante, ajuda a quem quer fotografar muito de cima ou muito de baixo, mas poderia nos fazer o favor de virar tamb�m para o lado; a flexibilidade oferecida entre a grande angular e o zoom �ptico 5X -- equivalente a 28-140mm -- � um luxo. Afinal acabei gostando muito da qualidade das imagens, ainda que, �s vezes, a m�quina n�o conseguisse acertar o foco de primeira; mas tamb�m pudera, coitada! Na floresta amaz�nica nem os olhos da gente acertam o foco de primeira... A reprodu��o das cores, uma vez que se ganhe alguma intimidade com a c�mera, tamb�m � boa; para o meu gosto � pouco saturada, mas como este � um dos comandos que se pode modificar, n�o chega a ser um problema. Na verdade -- e isto � uma raridade no ramo -- nada � um problema na C-8080, exceto o que os americanos gostam de chamar de "curva de aprendizado", e o pre�o, sobretudo no Brasil. Nos Estados Unidos, j� � poss�vel compr�-la por cerca de US$ 700; aqui, os pre�os, muito desiguais, andam em torno dos R$ 3.800. Em termos absolutos, levando-se em considera��o as muitas qualidades da Olympus C-8080, nem � tanto assim; mas em termos relativos, num pa�s de sal�rios capengas como o nosso, ainda � demais. S� nos resta desejar que 2005 seja um ano t�o bom, mas t�o bom, que a gente possa olhar uma etiqueta com um valor desses sem se assustar. (O Globo, Info etc., 3.1.2004)15:27
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2.1.05
Oi Multimidia
19:05
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Oi Multimidia
18:46
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Oi Multimidia
18:25
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Oi Multimidia
17:06
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Oi Multimidia
 Bia e Carlota 16:16
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Dos coment�riosPl�nio Senna, que sabe tudo sobre aves, fez observa��es preciosas sobre bebedouros para beija-flores no post em que subi a foto de um dos inquilinos da Laura. Deu uma verdadeira aula sobre o tema, vejam s�: Propor��o a��car/�gua - A alimenta��o artificial complementar de beija-flores � feita com uma mistura de quatro partes de �gua filtrada para uma parte de a��car, medidas em volume. Por exemplo: em 100 mililitros da mistura, teremos 80 mililitros de �gua e 20 mililitros de a��car. O excesso de a��car � desperd�cio, mas n�o chega a causar problema aos animais. O a��car fornece energia, mas as aves continuam a precisar de buscar insetos e pequenas aranhas para sua dieta em prote�nas.
Limpeza - A falta de higiene nos bebedouros faz mal e at� mesmo mata os beija-flores. Os bebedouros devem ser muito bem limpos e a �gua a�ucarada trocada diariamente. Assim, se evita o crescimento de um fungo que se instala na garganta da ave e pode causar sua morte por sufoca��o.
Devemos ter dois bebedouros para usar em cada ponto de alimenta��o. Remove-se para limpeza o que foi usado e se coloca com mistura nova, o bebedouro j� limpo no dia anterior.
Limpeza: tira-se o bebedouro sujo, lava-se com �gua corrente, escovando-se onde haja dep�sito de sujeira e pontos pretos de fungo. Coloca-se de molho por 20 minutos, em vasilhame com �gua misturada em um pouco de �gua sanit�ria. Enxagua-se bem e deixa-se secar para reutiliza��o no dia seguinte. Procedendo-se assim n�o chegamos a observar a forma��o de fungo nos bebedouros.
Morcegos - Ao anoitecer, se n�o gostarmos da presen�a dos inofensivos morcegos-beija-flor (nectar�voros), podemos retirar os bebedouros. Se n�o houver problema de vizinhan�a, podemos deixar que eles acabem com a solu��o energ�tica no bebedouro, e v�o embora, cumprir sua fun��o de polinizar nossas plantas.
Formigas - No caso de formigas visitarem o bebedouro, � s� passar vaselina no gancho e arame que o penduram, para que elas n�o passem.
Abelhas - Quando abelhas come�arem a visitar o bebedouro a propor��o de a��car pode ser diminu�da. � que o beija-flor aceita �gua com menos a��car, mas ela passa a ser desinteressante para as abelhas. Se as abelhas persistirem, pode-se passar um repelente para abelhas em torno do furo de alimenta��o no bebedouro. As abelhas s� aparecem em algumas �pocas do ano, quando faltam flores no mato para sua alimenta��o. Ap�s algumas semanas, as flores voltam � regi�o, as abelhas n�o precisam mais do a��car e desaparecem novamente, permitindo que se suspenda o uso do repelente natural.
Temos que ficar atentos para o fato de que as abelhas europ�ias e africanizadas (amareladas, com 1 cm e pouco) picam. N�o devemos agred�-las para que n�o haja rea��o delas. J� as abelhas nativas pretinhas (cachorro, etc.) e as amarelinhas (jata�) s�o sem ferr�o, n�o havendo o perigo de picarem algu�m da casa.
Repelente de abelhas - � composto por 1 colher de sopa de vinagre + 1 colher de sopa de azeite + � de dente de alho. Amassa-se o alho com um garfo, homogeneizando a mistura.
Utiliza��o do repelente: Enche-se o bebedouro limpo com a solu��o de a��car, antes de pendur�-lo no ponto de alimenta��o, passa-se o repelente com pincel onde pousam as abelhas (flores de pl�stico e em torno do furo). N�o se deixa misturar com a solu��o de a��car (n�ctar).
A sobra do repelente � guardada para reutiliza��o, por alguns dias, em geladeira. Antes do reuso, deixar � temperatura ambiente por alguns minutos, misturar bem seus componentes (homogeneizar) e ent�o pincelar no bebedouro.
Aves - O beija-flor-tesour�o Eupetomena macroura (com 19cm, escuro, de rabo comprido) �s vezes se apossa do bebedouro e n�o deixa mais nenhuma ave ali beber. � o dono do local! Neste caso, pode-se colocar outro ponto de alimenta��o um pouco mais afastado, para permitir que as outras aves tamb�m tenham oportunidade.
No bebedouro para beija-flores, tamb�m podemos receber a visita de muitos sebinhos (cambacicas) Coereba flaveola, de sanha�o-de-coqueiro Thraupis palmarum, de sa�-azul Dacnis cayana, e de outras aves que se alimentam de n�ctar.
Poleiro - Devemos anexar um poleiro ao bebedouro, para facilitar o acesso a estas outras aves. Ele pode ser um palito de churrasco, ou pauzinho japon�s, atravessado na base oca do bebedouro. Valeu, Pl�nio, muit�ssimo obrigada! 01:49
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1.1.05
Oi Multimidia
19:41
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Oi Multimidia
19:29
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Oi Multimidia
19:18
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Oi Multimidia
18:59
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Oi Multimidia
 Ipanema em 2005 02:26
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